• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

Inácio, que é também chamado Teóforo, à Igreja que está em Éfeso, na Ásia, por mérito muito bem-aventurada, sendo abençoada nas grandezas e plenitudes de Deus o Pai, e predestinada antes do início dos tempos, e que será sempre para uma duradoura e imutável glória, sendo unidos e eleitos através do verdadeiro sacrifício pela vontade de Deus o Pai, e do nosso Senhor Jesus Cristo, Salvador nosso: Abundante gozo por Jesus Cristo, e Seu imaculado júbilo.

Quando o tema é sucessão apostólica, embora muitos católicos afirmem rapidamente que o primado de Pedro garante a sucessão papal romana, é interessante observar o que dizem algumas fontes católicas sobre o tema.

Inácio, também chamado Teóforo, à Igreja de Deus Pai e de seu Filho amado Jesus Cristo, que obteve por misericórdia todos os dons, repleta de fé e amor, à qual não falta nenhum dom, caríssima a Deus, portadora dos objetos sagrados, que está em Esmirna, na Ásia, as melhores saudações, no espírito irrepreensível e na palavra de Deus.

Segue-se a ressurreição dentre os mortos, sem a qual estaria incompleto o que temos dito até aqui. Ora, uma vez que na cruz, morte e sepultamento de Cristo nada revelam senão fraqueza, todas essas coisas têm de ser ultrapassadas pela fé para que ela se revista de pleno vigor. E assim, embora tenhamos em sua morte a firme consumação de nossa salvação, visto que, por meio dela, não só fomos reconciliados com Deus, mas também ele fez satisfação ao justo juízo, e removida foi a maldição e totalmente paga a pena, somos, no entanto, declarados regenerados para uma viva esperança, não mediante sua morte, mas por meio de sua ressurreição [1 Pe 1:3]; porque, como ele, ao ressurgir, se enalteceu como vencedor da morte, assim a vitória de nossa fé afinal se assenta em sua própria ressurreição.

Pois nós, porque cremos que nenhuma alma vai ao purgatório a menos que pertença ao número daquelas a serem salvas, estamos certos da bem-aventurança delas, assim como estamos certos da salvação dos eleitos. Mesmo assim, não impugno muito se alguém afirma que elas estão certas [de sua bem-aventurança]. Eu digo [apenas] que nem todas estão certas. Mas como todo o assunto as almas no purgatório é sobremaneira abscôndito, explico a tese mais persuadindo do que demonstrando.

Surgiu, nessa época, considerável discussão em consequência de uma diferença de opinião a respeito da observância do período de páscoa. As igrejas de toda a Ásia, dirigidas por uma tradição remota, supunham que deviam guardar o décimo quarto dia da lua para a festa da páscoa do Salvador, em cujo dia os judeus tinham ordens de matar o cordeiro pascal; e eles eram incumbidos, todas as vezes, de encerrar o jejum naquele dia, qualquer que fosse o dia da semana em que recaísse. Mas não era costume celebrá-la dessa maneira nas igrejas do restante do mundo, que observam a prática que subsistiu pela tradição apostólica até o presente, de modo que não seria próprio encerrar nosso jejum em nenhum outro dia, senão no dia da ressurreição de nosso Salvador.

Está exposto no Museu de Zuínglio um exemplar do Rudimenta Hebraica de Reuchlin do ano 1506. Este era o livro de instrução onde, no início do século 16, normalmente se aprendia e se estudava o hebraico. Foi assim também com Zuínglio. Na primeira e na segunda página ele indicou que o referido exemplar era seu com as palavras: εἰμὶ τοῦ zyγγλίου (sou de Zuínglio). Desta forma com letras latinas abaixo das gregas, escreveu ele seu nome conhecido nos anos de 1517 a 1519. Naquela época ele também havia gostado de ter adquirido o livro. Há nas margens anotações com tinta vermelha e preta, das mãos um pouco mais velhas de Zuínglio.

A Igreja de Deus estabelecida transitóriamente em Roma à Igreja de Deus estabelecida transitóriamente em Corinto, aos eleitos santificados na vontade de Deus, por Nosso Senhor Jesus Cristo: que a graça e a paz vos sejam dadas em plenitude da parte de Deus todo-poderoso, por Jesus Cristo.

O fim agitado do século XIX leva muitos cristãos a reconhecer a validade das interrogações dos pioneiros do Cristianismo social e a importância de um empenho comum dos crentes para ajustar ao Evangelho seu comportamento na sociedade. Falar-se-á mais minuciosamente sobre os grandes movimentos ecumênicos do século XX, frutos da vontade de muitos cristãos de recuperar a unidade perdida da Igreja de Cristo e maior fidelidade à ética social que decorre do Evangelho.

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