• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

Na época antenicena, os escritores eclesiásticos, de fato, não estavam dispostos a aceitar o uso e menos ainda o culto das imagens, mesmo se, na maioria das vezes, se expressassem indiretamente; tomam posição na luta contra a idolatria pagã e se fundamentam nos textos antifigurativos do AT. A verdadeira imagem de Deus é Cristo, depois o homem e a virtude que nele existe: o templo dos cristãos é o corpo do homem, santuário da imagem, ou então o universo. Às vezes sua rejeição da idolatria os leva a combater aquelas mesmas provas que mais tarde serão adotadas pelos defensores do culto das imagem.

Credo elaborado pelo Concílio de Calcedônia, realizado entre 8 de Outubro e 1 de Novembro de 451 em Calcedônia, uma cidade da Bitínia, na Ásia Menor. Foi o quarto dos primeiros sete Concílios da história do cristianismo, onde foi repudiada a doutrina de Eutiques relativa ao monofisismo e declarada a dualidade humana e divina de Jesus, a segunda pessoa da Santíssima Trindade.

No fórum Catholic Answers Apologetics, a pergunta “Quais das 95 teses Roma não concorda hoje?” foi feita recentemente. Agora, se você nunca leu as 95 Teses, esta é uma leitura difícil. Não é um documento que faz muito sentido se você não estiver familiar com o fundo histórico e teológico da controvérsia entre Lutero e a igreja Romana.

É uma verdadeira desventura que, dado seu próprio caráter, o trabalho de tais cristãos não seja mais bem conhecido, pois, sem dúvida, descobriríamos que sua contribuição para a expansão do cristianismo foi muito maior que as que os textos parecem indicar, e até maior que a das escolas e dos cristãos cultos.

Para o reformador João Calvino, o cristão deve ter a piedade como fonte de lucro, e não o dinheiro. Trazendo os seus ensinos para os dias atuais, Calvino nos alertaria para que nos afastássemos daqueles que pregam a assim chamada "teologia da prosperidade", de quem devemos nos apartar.

Inácio, também chamado Teóforo, à Igreja de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo, que está em Filadélfia, na Ásia, Igreja que obteve misericórdia e foi consolidada na concórdia de Deus, e repleta de inabalável alegria na paixão de nosso Senhor e, em toda misericórdia, plenamente consciente da ressurreição dele. Eu a saúdo no sangue de Jesus Cristo. Ela é minha alegria eterna e duradoura, sobretudo se os seus fiéis permanecerem unidos com o bispo, com os presbíteros e os diáconos que estão com ele, estabelecidos conforme o pensamento de Jesus Cristo, o qual, segundo sua própria vontade, os fortificou e confirmou com o seu Espírito Santo.

Em tempos onde a teologia da prosperidade faz vários adeptos, é no mínimo interessante a informação trazida por Jim West em seu blog, Zwinglius Redivivus, sobre a situação econômica de João Calvino, do livro The Life and Times of John Calvin, the Great Reformer.

Há alguns dias nos visita um leitor que, comentando nosso texto sobre a cátedra de Pedro no pensamento de Cipriano, nos apontou um contraponto que tenta dar uma resposta ao nosso artigo. Na verdade a resposta à nossa posição é parte de uma resposta maior. Nos chamou a atenção ali, no entanto, uma resposta baseada nos cânones do concílio de Niceia. Ao que parece, alguém citou parte do texto presente em nosso site como argumento contra o catolicismo, mais precisamente o antigo epítome do cânon 6 deste concílio.

Ora, na benevolência divina, à qual dizemos que a fé contempla, entendemos que se obtém a posse da salvação e da vida eterna. Ora, se não pode faltar-nos bem algum quando Deus nos acolhe sob sua proteção, é suficiente segurança de nossa salvação que ele nos testifique o amor que nos tem. "Mostre ele sua face", diz o Profeta, "e seremos salvos" [Sl 80.3,7,19].

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