• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

Os absurdos com que nos querem gravar estão repletos de calúnias infantis. Consideram ser vergonhoso e desonroso o fato de Cristo haver procedido de homens, porque não teria podido eximir-se da lei comum, a qual, sem exceção, inclui atoda a descendência de Adão sob o pecado [Gl 3.22]. Com efeito, esta dificuldade facilmente é resolvida pela antítese que se lê em Paulo: "Assim como por um só homem entrou o pecado, e pelo pecado de um só, a morte, assim pela justiça de um homem abundou a graça" [Rm 5.12, 15, 18]. A que corresponde também outra: "O primeiro Adão era da terra, um homem terreno e animal; o segundo Adão era do céu, um homem celestial" [1 Co 15.47]. E assim, em outro lugar [Rm 8.34], ensinando que Cristo foi enviado em semelhança da carne de pecado para que satisfizesse à lei, o mesmo Apóstolo o distingue expressamente da condição geral da humanidade, para que seja verdadeiro homem, sem imperfeição e corrupção.

Entre 11 de agosto de 1532 e 27 de abril de 1533, Lutero proferiu, em Wittenberg, uma série de 17 pregações sobre o capítulo 15 da 1ª Carta de Paulo aos Coríntios. Jorge Rörer, que havia sido ordenado diácono pelo próprio Lutero em 1525, tinha também como uma de suas atribuições fazer anotações taquigráficas das prédicas de Lutero, compilando-as e - depois - Gaspar Cruciger deu-lhes o trato editorial e as publicou em 1533. A obra ocupa 140 páginas do vol. 9 das Obras Selecionadas de Martinho Lutero, publicado pela Ed. Sinodal em 2005, e se concentra mais no destino dos salvos e remidos por Jesus Cristo, mas dele destacamos os seguintes trechos em que o Reformador fala mais detidamente sobre inferno e imortalidade da alma no que diz respeito aos perdidos.

Isso é um belo, doce e alegre começo de seu ensinamento e de sua prédica. Ele não vem aí como Moisés ou um doutor da lei, com ordens, ameaças e terror, porém, da maneira mais amigável, somente incentivando e atraindo, e com lindas promessas. Com efeito, se as primeiras queridas palavras e a prédica do Senhor Cristo não tivessem sido formuladas e apresentadas a todos nós dessa maneira, a curiosidade tomaria conta de cada um de nós e nos impulsionaria a correr atrás delas até Jerusalém, sim, até o fim do mundo, para ouvir apenas uma dessas palavras. Haja dinheiro para que a estrada seja bem construída! E cada qual se gloriaria orgulhosamente de que tinha ouvido ou lido as palavras e a prédica proferidas pelo próprio Senhor Cristo. Quão maravilhosamente bem-aventurado deveria ser chamado o homem que teve essa ventura! É exatamente isso que aconteceria, se não tivéssemos nada disso por escrito, embora tivesse sido escrito muita coisa por outros. Todos diriam: sim, eu ouço o que S. Paulo e outros de seus apóstolos ensinaram, mas gostaria muito mais de ouvir o que ele mesmo disse e pregou.

Como mencionado em outro lugar, os debates sobre Cipriano foram novamente retomados por alguns leitores católicos que decidiram deixar a discussão do primado de Pedro de lado, para focar na discussão da sucessão apostólica. Teriam os protestantes uma sucessão igual à defendida por Cipriano?

Inácio, também chamado Teóforo, àquela que é amada de Deus, o Pai de Jesus Cristo, à Igreja santa que está em Trália, na Ásia, eleita e digna de Deus, vivendo física e espiritualmente na paz, por meio da paixão de Jesus Cristo, nossa esperança de ressuscitar para ele. Eu a saúdo, em toda a plenitude, à maneira dos apóstolos, e lhe desejo a maior alegria.

Se, pois, Calvino é muitas vezes considerado, não sem razão, embora de maneira demasiadamente simplista às vezes, como um teólogo que estimulou o desenvolvimento do liberalismo econômico, deve-se a bem da verdade dizer que ele é, também, indiscutivelmente, o ancestral do Cristianismo social. Não cessou de insurgir-se contra as injustiças de uma liberdade econômica sem compensação social e esforçou-se por corrigir-lhe os efeitos nocivos. A intervenção legislativa do Estado no domínio econômico é, por conseguinte, um princípio conforme à ética social que foi adotada desde o início da Reforma, diante de um capitalismo em via rápida de emancipação de toda coerção moralmente fundada.

O meu único fundamento é meu fiel Salvador Jesus Cristo. A Ele pertenço, em corpo e alma, na vida e na morte, e não pertenço a mim mesmo. Com seu precioso sangue Ele pagou por todos os meus pecados e me libertou de todo o domínio do diabo. Agora Ele me protege de tal maneira que, sem a vontade do meu Pai do céu, não perderei nem um fio de cabelo. Além disto, tudo coopera para o meu bem. Por isso, pelo Espírito Santo, Ele também me garante a vida eterna e me torna disposto a viver para Ele, daqui em diante, de todo o coração.

Mas antes de narrar sua vida e obra devemos nos deter para fazer justiça a outro personagem não menos meritório, se bem que frequentemente esquecido no meio de uma história que reconhece pouco a obra das mulheres. Trata-se de Macrina, a irmã de Basílio e de Gregório de Nissa.

Inácio, que é também chamado Teóforo, à Igreja que está em Éfeso, na Ásia, por mérito muito bem-aventurada, sendo abençoada nas grandezas e plenitudes de Deus o Pai, e predestinada antes do início dos tempos, e que será sempre para uma duradoura e imutável glória, sendo unidos e eleitos através do verdadeiro sacrifício pela vontade de Deus o Pai, e do nosso Senhor Jesus Cristo, Salvador nosso: Abundante gozo por Jesus Cristo, e Seu imaculado júbilo.

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