• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

A transmissão da tradição textual do Novo Testamento é caracterizada por um grau extremamente impressionante de tenacidade. Uma vez que uma leitura surge ela irá persistir com obstinação. É precisamente a esmagadora massa de tradição textual do Novo Testamento, assumindo o ὑγιαίνουσα διδασκαλία do criticismo textual do Novo Testamento (nós esperamos que o leitor não fique ofendido por esta aplicação de 1Tm 1:10), que fornece uma garantia de certeza ao estabelecer o texto original.

A prática geral da Igreja Ocidental em respeito ao cânon do tempo de Jerônimo (começo do quinto século) até a Reforma era seguir o julgamento de Jerônimo. Se concedeu um status deuterocanônico aos livros Apócrifos, mas eles não eram considerados canônicos em um sentido estrito. Ou seja, eles não eram aceitos como autorizativos para o estabelecimento de doutrina, mas foram usados com o propósito de edificação. Assim, a Igreja manteve as distinções estabelecidas por Jerônimo, Rufino e Atanásio de livros eclesiásticos e canônicos.

Desde os últimos anos do período patrístico com sua regula fidei (“regra de fé”), a igreja tem lutado com a “perspicuidade (ou clareza) das Escrituras”, ou seja, se elas estão realmente ao alcance da compreensão humana. Não é à toa que os estudiosos da Bíblia são sempre acusados de tirar do leitor comum o acesso às Escrituras. Depois que um texto é dissecado e submetido a uma legião de teorias acadêmicas, o não especialista exclama com tristeza: “Tudo bem, mas o que isso tem a ver comigo? Eu consigo estudar esse texto?”.

Certa vez, apresentei parte do que descobri sobre a crucificação para duas testemunhas de Jeová. Imediatamente eles começaram a me fazer uma série de perguntas, sem me dar sequer uma chance para respondê-las. Desde então, em debates pela internet, observo o mesmo tipo de comportamento em alguns debatedores.

O texto aqui apresenta uma análise da argumentação católica sobre a correta tradução de Lucas 1:28, mais especificamente o termo que o anjo usa para se referir a Maria. Seria a melhor tradução para este termo a expressão "cheia de graça", ou o particípio "agraciada"? Por que teria Jerônimo traduzido este termo pela primeira opção?

Sempre que se discute se a Bíblia dá suporte ao espiritismo ou não, é comum que as palavras de Jesus sobre João Batista ser Elias sejam citadas. Isto acontece por que a doutrina da reencarnação, ou princípio da pluralidade das existências como eles a definem, é uma das suas doutrinas mais fundamentais.

Em particular, eu acho que a vasta maioria dos filósofos que estudaram o argumento em qualquer profundidade – e novamente, isto inclui ateístas assim como teístas, apesar de não incluir a maioria dos filósofos fora da subdisciplina da filosofia da religião – concordariam com os pontos que eu estou para fazer, e com a maioria deles de qualquer forma. É claro, eu não quero dizer que eles todos deveriam concordar comigo que o argumento é ao fim do dia um argumento convincente. Eu só quero dizer que eles concordariam que a maioria dos não especialistas que comentam sobre ele não o entendem, e que as razões por que pessoas o rejeitam são normalmente superficiais e baseados em caricaturas do argumento.

Apesar das evidências da Deidade do Senhor Jesus Cristo serem numerosas neste livro, um conjunto destas evidências tem sempre fascinado os teólogos. Jesus atribui a frase específica ego eimi a Si mesmo frequentemente no Evangelho de João, e um número de vezes ele assim faz de forma tão fértil, não provendo qualquer predicado imediatamente identificável. O registro de João destas palavras também é significante, já que ele provê colocações bastante óbvias para estas palavras, enfatizando sua importância. Há alguma importância nesta frase? Qual é seu propósito e significado? Esta frase apresenta ainda outro aspecto da Deidade de Cristo? Este será o tema da seguinte investigação.

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