• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

A pontuação de Lucas 23:43

Escrito por  Gustavo
Cristo e o bom ladrão

O que acontece conosco após a morte? Há muita discussão sobre este assunto em meio cristão, onde tradicionalmente se acredita que a alma se mantém consciente até a ressurreição. Por outro lado, alguns têm questionado esta crença, argumentando através de vários textos que relatam que a alma dorme, que há na verdade um estado de inconsciência, até mesmo dizendo que a alma deixa de existir entre a morte e a ressurreição. Esta última doutrina é conhecida em meios teológicos como aniquilacionismo.

Curiosamente alguns textos bíblicos contradizem esta noção de aniquilamento, entre os mais notáveis está o texto de Lucas 23:43. Ali encontramos o diálogo entre o ladrão na cruz e o Senhor Jesus Cristo. Rechaçando as palavras zombeteiras de seu colega, o ladrão pede para Cristo que se lembre dele em seu reino. A resposta de Jesus é enfática:


Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso. - Lucas 23:43

A resposta não foi que o ladrão seria ressuscitado no mesmo dia. A resposta não foi que o ladrão estaria com Cristo em seu reino no futuro. A resposta foi que eles estariam naquele mesmo dia, no paraíso, o que aponta para um estado intermediário onde eles existiriam. Afinal de contas, para se estar em algum lugar, necessário é primeiro existir. E se este lugar é um lugar diferenciado daquele para onde vão os ímpios, deve então haver alguma vantagem para a pessoa estar ali, o que pode dar indício de uma existência consciente.

Um testemunho assim deveria ser capaz de aniquilar qualquer dúvida sobre o estado intermediário. No entanto, ainda há espaço para discussão sobre a interpretação do verso em questão. Tomando-se como exemplo a Tradução do Novo Mundo, Bíblia traduzida e usada pelas Testemunhas de Jeová, que são aniquilacionistas. Este versículo é traduzido assim:

E ele lhe disse: "Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso." - Lucas 23:43, TNM

Como pode-se notar, o advérbio de tempo hoje está modificando o primeiro verbo, digo. Esta é a estratégia que aniquilacionistas normalmente adotam para interpretar o texto, já que o idioma original não possuía vírgulas para separar as orações. Assim, a ênfase de Jesus está sobre o ato de dizer.

Com duas versões possíveis para o texto, como então resolver qual a melhor tradução? Muitas pessoas têm respondido a esta última tradução, alegando que o verbo no presente juntamente com o advérbio hoje seria uma repetição desnecessária. No entanto, esta argumentação ignora que o idioma grego também pode se valer de repetições para enfatizar algo.

Por outro lado, acredito que uma análise do contexto e da sintaxe do texto são capazes de esclarecer quaisquer dúvidas sobre a tradução deste texto. Jesus estava respondendo um pedido do ladrão, então, vamos começar analisando este pedido, que Lucas registra como:

Lucas 23:42 Então disse: Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.
και ελεγεν ιησου μνησθητι μου οταν ελθης εις την βασιλειαν σου

A sintaxe desta frase nos revela detalhes muito interessantes, que nossas traduções não costumam trazer. Observem este pedido: O ladrão pede para que Jesus se lembre dele. A palavra usada aqui é μνησθητι, que é um imperativo aoristo passivo. Qual é a função sintática de um imperativo aoristo? Em sua gramática, Daniel Wallace nos revela que este imperativo aoristo pode ser colocado sob duas categorias: o ingressivo e o constativo. O ingressivo tem como foco, o início da ação. No verso acima, seria como se o ladrão pedisse para Jesus começasse a se lembrar dele. Por outro lado, o imperativo aoristo constantivo parece se encaixar muito melhor no contexto deste relato:

Essa é uma ordem solene ou categórica. A ênfase não está no "comece uma ação", nem "continue a agir". A ênfase, porém, está na solenidade e urgência da ação. Assim, "Eu solenemente conjuro-te a agir e faço-o agora!". Esse é o uso do aoristo em preceitos gerais. Embora o mesmo esteja aqui transgredindo o papel do tempo presente, ele acrescenta certo gosto. É como se o autor dissesse: "Faça disso sua prioridade número um". Como tal, o aoristo é frequentemente usado para ordenar uma ação que está em estado de processo. Nesse caso, tanto a solenidade quanto a urgência destacada são sua força.

Gramática Grega, Wallace, Daniel B. Página 720, Editora EBR.

Mas Daniel Wallace explica isto de forma ainda melhor:

Em sumário sobre o imperativo aoristo constativo, pode ser dito como uma regra geral que essa ordem nada fala sobre o começar ou continuar uma ação. Ele basicamente tem a força de: "fazer de algo sua prioridade número um". Nosso conhecimento sobre o autor e o contexto nos ajudará a ver se os ouvintes têm feito qualquer prioridade quanto a isso, ou se eles o têm negligenciado completamente.

Gramática Grega, Wallace, Daniel B. Página 479, Editora EBR.

Assim, o nosso ladrão não apenas pede para Jesus se lembrar dele, mas também pede que se lembre dele com prioridade, tamanha é a ansiedade deste homem por redenção.

Embora ele demonstrasse tanta certeza sobre o fato de Jesus ser o Messias e sobre Jesus entrar no reino celestial, ele não tem certeza sobre quando isto iria acontecer. Por isto ele utiliza também a construção οταν + verbo no subjuntivo. Daniel Wallace em outro lugar explica esta construção:

O subjuntivo frequentemente é usado depois de um advérbio temporal (ou preposição imprópria) com o sentido de até que (ex., ἕως, ἄχρι, μέχρι). Ou ainda mesmo, depois da conjunção temporal ὅταν com o sentido de quando quer que. Ele indica uma contingência futura da perspectiva do tempo do verbo principal.

Gramática Grega, Wallace, Daniel B. Página 479, Editora EBR.

O pedido do ladrão portanto, seria como: "Jesus, quando quer que você entre em teu reino, lembre-se de mim em primeiro lugar!". Este é o pedido do ladrão, e a forma de se traduzir a resposta de Jesus deve levar este pedido em conta. Pois uma resposta que não o responde, estaria violando o contexto do relato.

Conhecendo portanto o pedido do ladrão, voltemos à resposta dada por Jesus. Sua resposta foi:

Lucas 23:43 Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.
και ειπεν αυτω αμην σοι λεγω σημερον μετ εμου εση εν τω παραδεισω

Aqui, Jesus inicia sua resposta com a expressão αμην λεγω (Verdade, te digo). Sobre a expressão, o BDAG nos diz:

partícula asseverativa, verdadeiramente, sempre com λεγω, iniciando uma declaração solene mas usada somente por Jesus (Eu te asseguro que, Eu solenemente te digo). - BDAG, verbete αμην

Assim, esta era uma expressão solene usada apenas por Jesus. Digno de nota é que em nenhuma das instâncias que Jesus a usa, ela é modificada pelo advérbio σημερον (hoje), como pode ser visto em Mt 5:18; Mt 5:26; Mt 6:2; Mt 6:5; Mt 6:16; Mt 8:10; Mc 8:12; Mc 9:1; Lc 4:24; Lc 12:37 e outros.

F. Blass e A. Debrunner, em sua gramática, notam que:

A posição de nomes e advérbios

(1) A regra é que um atributivo adjetivo anarto geralmente segue seu substantivo. (2) Um advérbio que define um adjetivo (ou um verbo) também toma a segunda posição. (3) Mt particularmente tem o hábito de colocar advérbios depois de imperativos enquanto coloca-os antes de indicativos.

A Greek Grammar of the New Testament and Other Early Christian Literature (BDF), parágrafo 474.

Assim, o item 2 deste texto do BDF tem sido usado às vezes para se defender que σημερον deve modificar o verbo λεγω, que o antecede. O terceiro ponto, no entanto, mostra que isto não era uma regra, já que Mateus os coloca antes de infinitivos. Além disto, o BDF comentando o segundo ponto, nos diz:

(2) Mt 4:8 υψηλον λιαν, 2:16 εθυμωθη λιαν, cf. μέλας δεινῶς Aelian, NA 1.19, ἔρημος δεινῶς 4.27. Mas também λιαν (om. D) πρωι Mk 16:2, λιαν γαρ αντεστη, 2Ts 4:15.

Ou seja, o próprio BDF nos traz exemplos onde um advérbio de tempo precede o verbo que ele modifica. Que motivos Lucas teria para colocar o advérbio antes? O BDF, falando sobre ordem de palavras no grego, comenta:

472. A ordem de palavras no Grego e assim no NT é mais livre do que em línguas modernas. Há, contudo, certas tendências e hábitos (no NT especialmente em narrativas) que tem criado algo como uma ordem de palavras comum.

Mais adiante, o BDF comenta ainda:

(2) Estas posições, contudo, não são de qualquer forma mandatórias. Qualquer ênfase em um elemento da sentença faz aquele elemento ser movido para frente...

Assim, se o elemento precisa de destaque, é natural que ele seja movimentado para frente. Se a palavra hoje precisava de destaque, seria de se esperar que ela fosse movida para o início da declaração. A pergunta é: ela precisava de destaque? Agora voltamos ao contexto.

Observamos que o pedido do ladrão demonstrava urgência. Ele pedia algo como "Jesus, dê prioridade para isto", e Jesus respondia: "Não se preocupe: hoje mesmo você colherá os frutos de sua confissão".

Por outro lado, o ladrão expressou também uma dúvida sobre o tempo que Jesus poderia cumprir esta promessa. Ele disse algo como "Quando quer que você entre em seu reino", e a resposta de Jesus faz um grande contraste com esta dúvida: "Hoje estarás comigo no paraíso".

Certamente esta tradução se encaixa bem melhor no contexto, do que a ênfase sobre o momento da promessa. O ladrão não queria saber quando a promessa era feita, mas quando ela se cumpriria.

Há ainda alguma contra-argumentação contra esta tradução, mesmo que a forma "te digo hoje" não se encaixe no contexto. Costuma-se alegar que, se Lucas desejasse deixar claro que hoje modifica o verbo estarás, ele teria usado a conjunção οτι (que) antes de σημερον. Este argumento é irrelevante, pois da mesma forma, Lucas poderia usar οτι depois de σημερον.

Por outro lado, costuma-se também citar as palavras de Jesus ressurreto, no evangelho de João:

Disse-lhe Jesus: Deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. - João 20:17

O objetivo é demonstrar que Jesus não poderia ter ido ao paraíso naquele mesmo dia, pois depois, ao ressuscitar, ele teria dito que não tinha subido ao Pai ainda. Esta argumentação também é irrelevante, pois ela pressupõe que o paraíso mencionado por Jesus esteja localizado no céu, algo que não pode ser demonstrado através de textos bíblicos. Mesmo recorrendo-se à literatura judaica da época, que fala sobre a localização do paraíso, podemos perceber que o paraíso não é localizado onde Deus "habita". O segundo livro de Enoque, por exemplo, situa o paraíso no terceiro céu, sendo que Deus "habita" o sétimo céu (2 Enoque 3).

Conclusão

Acreditamos que o contexto é primordial na seleção de qual a melhor tradução deste texto. E como observamos aqui, a tradução que melhor preserva o contexto é a tradução que faz o advérbio hoje modificar o verbo estarás. Como Daniel B. Wallace disse em sua gramática, e que já citamos antes, "Nosso conhecimento sobre o autor e o contexto nos ajudará a ver se os ouvintes têm feito qualquer prioridade quanto a isso, ou se eles o têm negligenciado completamente". Quando Jesus diz que hoje o ladrão estaria no paraíso, Jesus estava demonstrando que realmente estava tratando aquele assunto com a mais alta prioridade. Não era apenas uma promessa feita naquele dia, mas era uma promessa cumprida naquele dia.

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Comentários   

+2 #8 Luiz 30-04-2017 15:58
Olá Gustavo

Boa tarde

Tudo bem?

Eu tinha feito este comentário em um outro site respondendo a um mortalista e agora acrescentei alguns comentários.

A primeira questão que devemos entender em relação ao texto em questão é antes de mais nada como o ser humano é constituído de acordo com o contexto bíblico senão vejamos : De acordo com a crença mortalista o ser humano é fôlego de vida + corpo e isso formaria uma alma vivente porém aí nós já temos uma inconsistência pois um fôlego de vida inconsciente ao se juntar com o corpo inconsciente não pode formar um ser consciente i.e. uma alma vivente e uma outra inconsistência é que de acordo com a crença mortalista baseado na passagem de Eclesiastes 12:7 o fôlego volta para Deus ora mas esse mesmo fôlego age no corpo não fica parado ou estático mas existe atividade é como se fosse um vento e portanto se conclui que tal fôlego participa de forma ativa na vida daquele ser humano e tal fôlego não só age mas comanda o corpo então a atividade do fôlego de vida age sim nos pensamentos e ações do corpo e então como é possível um fôlego de vida que atuou na vida de um não–salvo voltar para Deus de igual maneira que o fôlego de vida de um justo volta ? Se o fôlego participou ativamente da vida de um ser que não viveu uma vida em Deus logo mesmo deveria ser condenado visto que sem a ação que provém dele o corpo não agiria. Os mortalistas quando argumentam que o ser humano é uma alma vivente não percebem que a visão mortalista nos apresenta uma soma vivente mas nunca uma alma vivente pois uma alma vivente é um ser em si que primeiro existe e vive e para isso necessariamente tem que existir um elemento espiritual consciente que defina de forma objetiva e direta o ser que é justamente a alma imortal e só lembrando que sem a alma imortal não existe ressurreição pois o corpo com suas características para ressuscitar precisa de um elemento espiritual com a capacidade necessária para levantar e sustentar o corpo e um fôlego de vida inconsciente não pode fazer isso. Existe na argumentação mortalista a questão da vírgula sendo assim analiso sobre tal questão a vírgula depois da palavra hoje e mesmo assim podemos crer na santa doutrina da imortalidade da alma na referida passagem ou seja no momento da fala de Jesus com o malfeitor ambos estavam vivos e a partir daquele momento para frente já era considerado futuro e quando Jesus assegura que ele estaria (no futuro próximo) no paraíso o futuro já era um futuro imediato e não um futuro distante além do mais a expectativa do ladrão na cruz era de ir em um futuro distante Jesus percebendo isso assegurou-lhe que seria naquele mesmo dia.

Uma outra questão importante na compreensão de Lucas 23:43 é a questão das solenidades pois a solenidade da declaração tem que estar em perfeita harmonia com a solenidade do ato em si então a declaração para que o ato daquele homem ir para o paraíso enquanto alma imortal deveria ser naquele mesmo dia para se harmonizar com a deçlaração ou seja uma solenidade plena e total no mesmo dia. A visão mortalista considerando só um aspecto da solenidade sendo uma solenidade só de declaração desarmoniza a passagem. A declaração de Jesus requer uma ação imediata para sustentar a questão da solenidade.

Abaixo analiso outras passagens:

Em Deuteronômio 6:6 – Nessa passagem Deus diz que hoje as palavras estariam no coração ou seja naquele mesmo momento da ordem de Deus e a partir daquele momento as palavras já estavam no coração do ser humano e não em um futuro distante. Repare a declaração de Deus e o ato no coração o ser humano na mesma hora. Agora imagina o se Deus desse essa ordem e o ser humano tivesse que esperar um futuro mas distante para acolher tais palavras.

Em Atos 20:26 – A declaração era de que já estava inocente do sangue de todos, repare que a palavra hoje entrou em harmonia com a ação já naquele mesmo instante e não em um futuro distante.

Em Deuteronômio 30:18 o raciocínio começa em Deuteronômio 30:16 onde Deus ordena aos homens a amem a Deus e sigam a Ele já naquele momento e que assim agindo no decorrer do tempo Deus os abençoassem a partir de uma declaração e uma to já naquele mesmo dia e no versículo 18 sendo naturalmente a continuação do 17 ou seja se aqueles homens tivessem se desviado já naquele momento então Deus diz que como consequência no futuro eles pereceriam.
então repare que a declaração e o ato de aceitar ou não a Palavra de Deus já aconteciam naquele mesmo momento e depois viriam as consequências.

Um grande abraço e muitas felicidades

Luiz
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0 #7 M.Mello 29-04-2017 02:26
Mas é vital entender que se exigia certos requisitos para que alguém pudesse herdar o reino dos céus. Vejo que aquele criminoso não tinha cumprido nenhum dos requisitos para tal esperança celestial. Muito menos foi fiel até o fim. Mas quis no fim ser fiel. Sua atitude para com Jesus lhe rendeu a compaixão de Cristo. Não um reino celestial. Mas uma ressurreição. João 5:28,29 Jesus levou 40 dias para ir para o céu. Foi prepara o lugar, para onde ele estivesse seus discípulos também estivesse. Aquele criminoso não era seguidor de Cristo.
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0 #6 Gustavo 19-02-2017 18:34
Olá, Sergio.

Posso garantir que o texto é meu. Inclusive ele é usado como referência em um artigo do Conhecereis a Verdade 4 meses antes da postagem do Itard.

Link: http://conhecereis-a-verdade.blogspot.com.br/2013/08/a-pontuacao-de-lucas-2343-e-o-codex.html
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0 #5 Sergio 11-12-2016 02:13
Gustavo,

este texto é seu ou do Itard Camboim?

Aqui o texto está como escrito por você, mas no site do CACP, o autor aparece como Itard Camboim:

http://www.cacp.org.br/refutando-o-aniquilacionismo-e-o-sono-da-alma/
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+1 #4 André Felix 10-08-2016 10:55
Aquele criminoso arrependido era certamente um judeu comum e, pelo o que consta na história do judaísmo, especificamente no período da vida de Jesus na terra era a crença na imortalidade da alma, na ressurreição e no juízo final. Não faria sentido Jesus prometer um paraíso futuro, e bota futuro nisso, para alguém ansioso para partir de imediato "dessa para uma melhor". O próprio Apóstolo Paulo revela, em 2 Cor. 12:4 ter sido 'arrebatado ao paraíso' e ter ouvido 'palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar'. No versículo 2 ele chega a dar a localização do paraíso, mencionando o "terceiro céu". Em 2 Cor. 5.1 Paulo acrescenta - "Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus" . Mais outra passagem, agora em 2 Cor. 5:6-8 = "Pelo que estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor (porque andamos por fé, e não por vista); mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor". Esses e muitos outros textos não deixam nenhuma dúvida sobre o local, o momento e as circunstâncias de também nós encontrarmos com Cristo no Paraíso.
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+5 #3 Gustavo 30-03-2016 18:56
Olá, Anderson.

A alma morre, mas o espírito volta (??) para Deus?
Levando-se em conta que geralmente usa-se alma e espírito intercambialmente, afinal de contas, o espírito morre ou não?

E sobre o resto, o texto acima foi postado exatamente para demonstrar que a promessa para o ladrão seria cumprida no mesmo dia, não na ressurreição do último dia.
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-3 #2 anderson 26-03-2016 23:57
A alma morre pois alma no AT é o corpo(possuindo mente) o espirito volta para Deus vide o livro de Jó, aquele Ladrão morreu no mesmo dia ou seja ele não vive, mas hoje, então amanhã quando ele ressuscitará ele "estarás" no paraíso
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-3 #1 edvaldo francisco da 27-02-2016 21:24
Esse homem foi perdoado por Jesus.
Jesus deu uma nova chance para ele, assim que se cumprir o texto de João 5;28,29 esse ex ladrão será levantado dentre os mortos!!!!
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