• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

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    João 10:27

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Verso do dia

Karl Barth, o inferno e a imortalidade da alma

Escrito por  Karl Barth

Excertos dos Comentários de Karl Barth ao Credo Apostólico, especificamente quanto aos artigos:- Foi crucificado, morto e sepultado, desceu ao inferno...- De onde virá para julgar os vivos e os mortos...

Ressurreição "Finalmente, se, sem cessar de ser Deus, Deus em Jesus Cristo adentrou na provação, se Jesus Cristo desceu ao inferno e, assim, até duvidou de Si próprio como sendo um Deus e homem, que mais podemos supor a não ser que Ele fez isso por nós também, e, assim, livrou-nos disto? Não é mais necessário irmos ao inferno. Não mais precisaremos ir ao inferno para lá perguntarmo-nos: por que Deus nos desamparou? Se pensamos que temos lugar para esta questão, devemos considerar que Jesus Cristo a fez há muito tempo e a respondeu em nosso lugar. Como pôde o Seu caminho para o inferno ter sido outro que não o de um caminho vitorioso? E por este caminho vitorioso Ele fez uma pausa para que tomássemos fôlego; isto é a paz que guarnece nossos corações e mentes, que é e continua a ser paz em face de toda provação, pois, além de toda compreensão, esta é a Sua própria paz, a paz de Deus".

(BARTH, Karl. Credo. Comentários ao Credo Apostólico. São Paulo: Novo Século, 2003. p. 102)


Paraíso e inferno"Ele, em quem a compaixão de Deus conquistou a natureza humana; Ele divide naquilo que Ele decide; Ele coloca a ovelha sobre a mão direita, e as cabras na esquerda; Ele recompensa os que fazem boas obras e pune os que fazem obras do mal; Ele conduz à felicidade eterna e lança no tormento eterno. Na verdade, ter que encarar esta decisão e divisão é um assunto muito sério. Mas, a seriedade deste julgamento é divina e não meramente uma seriedade humana qualquer, mesmo da mais alta religiosidade e moral, ou da mais profunda seriedade teológica. Aqui o primeiro torna-se o último, e o último o primeiro, e a medida usada para medir será o valor presente da graça irrestrita em nossa vida e, portanto, nenhuma medida humana. Observe que mesmo a melhor camuflagem teológica e defesas não irão nos ajudar. Nem todos os ortodoxos, nem todos os beatos, nem mesmo todos os seguidores do Kohlbrügge entrarão no céu! Os olhos do Filo de Deus verão sempre muito mais agudamente que quaisquer olhos humanos. Provavelmente mesmo os supostos publicanos que nunca poderiam obter seus suprimentos de louvada "graça, a graça inteira e nada senão a graça", são aqui desmascarados como fariseus, e todas as espécies de aparentes fariseus com um coração publicano, que somente Deus conheceu, irão voltar para suas casas justificados. Iniqüidade que depois de tudo é para ser reconhecida como o único, real e imperdoável pecado, o pecado contra o Espírito Santo; é sempre um pouco mais obscuro, na atua realidade, do que alguém poderia muito bem supor que fosse. Antes do julgamento de Cristo isto não permanecerá escondido. Aqui cada um será compensado de acordo com a sua obra, de acordo com a fé ou a descrença com que viverá pelo resto de seus dias. A fé ou a descrença na compaixão de Deus, porém isto não de acordo, alguma vez, com qualquer boa exposição acerca de uma ou de outra, mas de acordo com o quanto atualmente é vivida!"

(BARTH, Karl. Credo. Comentários ao Credo Apostólico. São Paulo: Novo Século, 2003. p. 127-128)

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