• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

Comentário a Romanos 7:5,6

Escrito por  Karl Barth

Vs. 5 e 6 – “Porque enquanto estávamos na carne operava em nossos membros, juntamente com a lei, a energia dada pela paixão do pecado, frutificando para a morte. Agora, porém, mortos para aquilo que nos mantinha presos, escapamos do alcance da lei, de modo que somos servos segundo o novo sentido do espírito e não do antigo sentido da letra .”



A tradução de Almeida escreve assim:

“Porque quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas, postas em realce pela lei, operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte. Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra ”.



Pecador arrependido

A frutificação para Deus (Rom. 6:22 e 7:4), o “pensar”, ou “querer”, ou “fazer” digno de “santificação” não é possível sem a graça fundamentada na liberdade de Deus.

O ser humano como tal, e portanto também a pessoa religiosa, é carnal, isto é, seu pensamento, sua vontade e suas obras pertencem ao mundo e não alcançam qualificação perante Deus ou, mais apropriadamente, são da mais alta impiedade e pecaminosidade; são características que afastam a criatura de Deus e a conduzem para a morte, tanto mais quanto maior for o seu sonho de se assemelhar a Deus.

O homem senhor de si mesmo; o homem que se considera reto, que não tem o espírito quebrantado, que considera estar firme sobre seus pés, que ainda não saiu coxo, trôpego, nem caolho das escaramuças e lutas com o escândalo, este sim, é um homem, existencialmente, sem Deus. O seu vigor e a energia das paixões pecaminosas e seus apetites são os do corpo mortal (Rom. 6:12), no qual as paixões mais elevadas como, por exemplo, a animação religiosa, se distinguem das inferiores (digamos, da indolência), apenas por questão de graduação.

Sem o perdão final, resulta desagradável e suspeita tanto a emoção erótica como a política; tanto a emoção ética (moral) como a estética (ou do culto ao belo). O que se haveria de coibir é o excesso nas paixões; é a falta de moderação. Ora, como as paixões do pecado têm sua origem no vigor da carne mortal, o seu impulso, a sua energia intrínseca, o seu vapor, não podem produzir senão frutos para a morte, se esta corrida não for salva pela ressurreição.

As paixões humanas, vis ou nobres, objetivam fins, ideais e realizações que têm apenas expressão e sentido temporal, e não se projetam para a eternidade; são paixões que não podem sobreviver à crise de vida e morte a que são submetidas todas as coisas.

Ora, “a lei” em todos os acontecimentos do mundo carnal opera como elemento propulsor e não como freio; ela é o apogeu da humanidade, em seu terrível sentido duplo: é o zênite e o nadir; pode ser o maior bem e o pior mal.

Depois de havermos verificado qual o sentido e a direção que tomam os acontecimentos do mundo sob os auspícios da lei, vejamos qual é o papel da religião.

A religião é uma atividade (ou possibilidade) humana que, sem dúvida, se opõe às paixões, mas também ela está contida no mundo do pecado. A rigor, Feuerbach tem razão: na última, na maior, na mais íntima possibilidade que se abre ao ser humano – na religião e justamente nela - avultam as paixões do pecado; é precisamente aí que elas são despertadas e postas em ação.

Todas as paixões humanas, desta ou daquela forma, são a sobrevivência daquela paixão original: “eritis sicut Deus” (“erguida segundo Deus”)! Esta paixão encontra solo fértil na religião e se mescla facilmente nas experiências e nos eventos que a vida religiosa oferece. Pela lei, o homem se torna pecador (Rom. 7:7-13)!

Haverá, acaso, um exemplo mais forte dessa paixão (da criatura em igualar-se ao Criador) do que a lenda de Prometeu roubando o fogo de Zeus?

É evidente que esse fogo, que foi furtado, em nada se aproxima do fogo consumidor de Deus; é apenas um lume do qual se ergue determinada fumaça, que vai juntar-se a outras muitas névoas, vapores, nuvens, algumas mais espessas e coloridas, outras mais tênues e pálidas, todas estendendo o seu manto sobre a planura humana; diversas, porém não totalmente diferentes entre si; todavia nenhuma sequer parecida com o calor abrasador (com a coluna de fogo) que impulsiona o passo que vai da vida para a morte e consome todas as paixões do mundo; antes, esses sinais de fogo são expressões da pretensão de todos: o desejo de coroar as emoções e paixões terrenas com a auréola da eternidade; ou são, talvez, a manifestação da própria paixão pela eternidade, da qual recebem o seu verdadeiro sustentáculo e a mais alta consagração.

Da conscientização religiosa não resulta, necessariamente, o desejo de pensar, querer ou agir como Deus (o desejo de ser igual a Deus), mas ela induz um certo raciocínio objetivo, ainda que estranho. Esse raciocínio leva a uma conclusão impressionante, muito lógica que é, por assim dizer, inevitável: em primeiro lugar a pessoa conclui que tanto pode ter como deixar de ter uma vida religiosa; e então deduz que, se tiver, fará uma coisa boa para si e, portanto, será justificada (por Deus), fortalecida, confirmada em si mesma; será amparada para seu próprio benefício, aperfeiçoada em suas aptidões, exaltada e melhor aproveitada em suas atribuições e mais bem sucedida em seus esforços.

Verifica-se, assim, mais uma vez, que a possibilidade religiosa, muito longe de revogar a existência do homem, de desataviá-lo das vestes mundanas e de colocá-lo contra parede para um encontro direto com Deus, transformando-o em nova criatura, age sobre o indivíduo como remédio prudentemente administrado para a preservação das ilusões que são muito preciosas ao homem sem Deus.

É daí que procede e se explica a surpreendente fartura da “colheita para a morte” que a religião produz. Qual é a outra atividade humana que, em seu desdobramento externo, tem maior semelhança com a morte do que a religião? Qual tem vida mais breve? Qual é a mais efêmera?

Em qual campo das atividades humanas existe mais sepulturas do que na história da apologética cristã, de sua dogmática, de sua ética, ou de seu ensino social?

Esta evidência não pode ser esmagada: “A lei suscita a ira!” (Rom. 4:15). É mediante esta evidência que pode, e precisa ficar esclarecido qual é o limite da religião.

“Agora, porém, escapamos do alcance da lei”!

Do que se trata aqui? Seria “uma descrição da experiência do batismo”, como diz Kuehl?

Absolutamente não! Porém ousamos, novamente, conforme já comentamos sobre Romanos 6:19, dizer de nós mesmos o que ninguém pode dizer a seu próprio respeito: dizer que estamos além dessa última possibilidade humana; afirmar que estamos além da possibilidade religiosa dos homens.

Dizemos isto com plena consciência da nossa ousadia, pois estamos rompendo as barreiras que nós mesmos havíamos reconhecido (Rom. 7:1); no entanto, somos constrangidos a isso. O fato de estarmos debaixo da graça de Deus (Rom. 6:14) não significa que haveremos de ter um determinado padrão de comportamento, ou uma certa conduta espiritual, ou ainda tal ou qual atividade no mundo que nos fosse imposta pela graça ou que dela nos adviesse como sua conseqüência lógica; nem tampouco significa que haveremos de gozar certas experiências especiais.

Todavia, por estarmos debaixo da graça divina, “somos” aqueles que “ainda não somos”, e isto não porque sejamos livres para tanto, mas pela liberdade de Deus. É pela liberdade de Deus que já não nos preocupamos com a relatividade do sentido de nossas experiências e com a relatividade de nossa história religiosa.

É pela liberdade de Deus que a criatura alcança o instante supremo e eterno em que ela reconhece a Deus como seu Criador, e vê na ressurreição o seu Salvador; é nesse instante que o céu se abre para revelar não o que o ser humano deve querer, pensar ou fazer (nem para libertar o homem de suas paixões), mas para instalar a liberdade de Deus para querer, pensar e operar na criatura, conforme lhe aprouver. “Fala, Senhor, porque o teu servo ouve”! (1 Samuel 3:9).

É em virtude desta liberdade que já não nos preocupamos, nem nos embaraçamos com as contradições da religião e não nos entristecemos nem nos perturbamos com a duvidosa afinidade que a religião tem com as paixões do pecado.

É verdade que, depois desse instante, continuamos ainda sob a sombra da lei; “agora porém” (Rom. 3:21) volvemos os olhos para trás e para o clarão dessa luz da liberdade de Deus em nós, pela qual contemplamos a lei (a religião) e a sua dialética, como algo que já não é.

Continuamos ainda sacudidos, impelidos e arremessados de um lado para outro pelas peripécias da vida religiosa, que todos conhecemos em maior ou menor grau; todavia, do meio dessa agitação toda, podemos estender nossas mãos para o local tranqüilo, imóvel, onde o pêndulo repousa.

Embora continuemos envolvidos (e confusos) na trama dos acontecimentos religiosos onde tudo (tudo!) é humano, já estamos (não nós, mas na qualidade daqueles que ainda não somos) situados lá, onde não há ambigüidade nem polarização; estamos (pela graça da reconciliação que nos restaura na condição de filhos e que foi peculiar ao homem edênico) na origem da história; todavia estamos também no final da história (no “futurum aeternum”) pela redenção em Cristo Jesus.

Nessa posição peculiar de quem se apropria – ou apropriou-se – da graça de Deus, desaparece toda a condicionalidade e toda comparação restritiva; ali não há mais “assim como”; desaparece o reflexo falso e o brilho incerto e inconstante, porque Deus é tudo em todos. Por isso a temporalidade, da qual não podemos escapar, se depara ante nós como um todo isolado e cercado pelo dia de Jesus Cristo e nós, finalmente, nos sentimos libertados da rede humana (por demais humana) que, justamente por sermos religiosos, mais fortemente nos estrangula e sufoca.

Libertado?! Sem dúvida, falando como homem (Rom. 6:19), já dissemos demais! O que quer dizer libertados? E “finalmente libertados”? Se com tais expressões quisermos indicar qualquer qualidade ou característica visível em nós ou em nossos semelhantes, então estamos de novo no âmbito da religião e é “religião” o que tais expressões passam a significar: é a lei, sempre a lei, em formas e possibilidades sempre novas.

Quem há, nascido de mulher, que não seja sujeito à lei enquanto viver, como Cristo o foi? Quem seria o tal “super-homem”? Não sabemos o que dizemos e dizemos o que não sabemos quando afirmamos que o lugar onde estamos, em que nos achamos, não é território sujeito à lei, ou então, se dissermos que a religião é uma possibilidade superada, ultrapassada, liquidada. Contudo, o afirmamos!

O afirmamos como o acontecimento do “impossível” como também vimos afirmando a realização do inaudito imperativo da santificação (rom. 6:12-31). Todavia, falar deste modo é falar muito além do modo e tom que convém aos lábios e ouvidos humanos; falamos movidos pela verdade que nos atinge, qual flecha desferida da outra margem do rio, que nós (como criaturas deste mundo) não temos como pisar. É a verdade que vem do outro lado da divisa que não podemos transpor; todavia, de lá ela nos fala e ai de nós se nos calarmos e não proclamarmos o que precisa ser dito, se não falarmos daquilo cuja invisibilidade apenas pressentimos.

Contudo o dizemos! Dizemo-lo como prisioneiros, todavia livres; como cegos, porém vendo; como os que morrem, e eis que vivemos. Ora, não somos nós que o dizemos: CRISTO é o cumprimento e o fim da lei; é o limite extremo da religião.

“Mortos para aquilo que nos mantinha presos”.

O limite da religião, a sua fronteira extrema, é a linha da morte; ela separa o campo das possibilidades humanas daquilo que só é possível a Deus; é nessa linha que se faz a distinção entre a carne e o espírito; entre temporalidade e eternidade.

Somente saímos do âmbito da lei na medida em que somos golpeados pela espada aguda e pesada da morte, isto é, na medida em que o poder e o significado da cruz, como sinal da justiça e da graça de Deus, projetarem sua sombra sobre nós.

O que nos mantinha presos ao jugo da lei era o desejo de esquecer que temos de morrer, era o anseio de nos esquivarmos do “memento mori” (“momento da morte”) ! E isto tentávamos na mais profunda e mais ativa religiosidade, considerando que o nosso desejo fosse límpido, íntegro, retilíneo, quando na realidade, e por isso mesmo, era turvo, roto, tortuoso.

É no âmbito desse anseio que viceja a religião, na qualidade de última possibilidade humana. Quem está livre dela? Acaso não é evidente que a característica mais própria da realidade histórico-espiritual do mundo, a mais profunda, a última, é sempre este desejo atrevido, indestrutível e vulgar de não morrer que encontramos por toda parte, também no homem religioso, e principalmente nele?

Ainda bem que a religião tem de morrer. É em Deus que nos libertamos dela. Ainda bem que, por toda parte, e acima de tudo, vemos a religião cerceada – radicalmente cerceada – e posta em dúvida. Vemos a sombra da morte pairando sempre sobre este anseio indestrutível de fugir dela, quer o admitamos ou não, e essa situação no mundo temporal, da matéria e dos homens, jamais esteve oculta aos observadores sensatos, desde Jó até Dostoiewski.

Se nesta sombra da morte que nos envolve reconhecermos nossa afinidade com Cristo (Rom. 6:5), então sabemos (na qualidade de quem não sabe!) o que fazemos e o que dizemos quando afirmamos que estamos fora do alcance da lei. Podemos estar, ainda, debaixo da lei, como convém, porém estamos, muito mais, debaixo da graça.

Então seremos religiosos como se não o fôssemos. Viveremos ao lado de nossas experiências religiosas, ou passaremos por elas, sem delas fazermos centros de impacto para nós mesmos e, muito menos, para aqueles que nos cercam.

Então teremos condições para olhar um pouco por cima de nós mesmos, por cima daquilo que existe em nós, que venha de nós e por nosso intermédio, vendo um pouco mais longe, talvez com um leve sorriso e também um pouco de pesar. Quiçá um leve sorriso pelo gozo da inefável paz de Deus e o leve pesar por ainda estarmos presos ao corpo sujeito à lei.

Pode ser que então compreendamos, pela própria religião, a sua fundamental insignificância, sua irrelevância, sua falta de solenidade apropriada, sua consciente limitação. Também pode ser que não. Todavia, quer sim, quer não, ela já não será trágica, fatalista, aterradora, nem triunfante, arrogante e pretensiosa; nem sequer pretenderá ter razão, mas apontará para além de si mesma, dando testemunho de sua transcendentalidade onde quer que se encontre o homem sujeito à lei.

O caminho da religião passa pela profecia, pelo dom de línguas, pela interpretação dos mistérios, pela crença, pelo sacrifício do corpo, pela caridade e assim por diante. A religião quase que só pode ser caracterizada por negações, no entanto é designada como um “caminho sobremodo excelente” (1 Coríntios 12:31 set. parte): o caminho do amor!

Um caminho?

Não! De modo nenhum, pois não é visível; não pode ser tomado, não pode ser palmilhado nem percorrido.

Contudo, ainda é um caminho! É a sombra que, desde a cruz, se projeta sobre toda a humanidade “sadia”, e cria, invisivelmente, justamente no ambiente onde a sadia resistência é mais tenaz, condições para seu abalo, seu desencrustamento, revelando a possibilidade de Deus, o Espírito Divino, a Eternidade.

“Mortos para aquilo que nos mantinha cativos”.

Isto é: mortos para a carne. Seja-nos invisivelmente perceptível que aqui se trata da indubitável, da segura, da vitoriosa liberdade de Deus, que nos contém, nos move e nos dirige, e que diz “basta!” às imensas vagas do pecado – que encobrem as mais altas montanhas da sentimentalidade humana.

“De modo que somos, agora, servos segundo o novo sentido do Espírito e não no antigo sentido da letra”.

Santificai-vos! Sede servos de Deus! É assim que ordena o imperativo da graça (Rom. 6:22).

No “antigo sentido da letra”, esta ordem significaria uma nova modalidade religiosa, talvez mais perfeita, mais apurada; porém, segundo “o novo sentido do espírito”, ela significa o que estávamos tentando demonstrar: a possibilidade que começa exatamente do outro lado da linha limite de todas as possibilidades religiosas do mundo, novas e velhas – lá onde terminam as possibilidades humanas e começam as possibilidades de Deus.

Procuramos entender a limitação da religião; é ela uma grandeza negativa? Sim – todavia ela tem também o seu lado positivo: o próprio Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis (Rom. 8:26).

(KARL BARTH, Carta aos Romanos, Ed. Novo Século, 2003, págs. 361/368

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