• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

O apoio cristão à fundação do Islã

Escrito por  Paul Johnson
Árabes e cristãos

O êxito do Islã derivou-se, essencialmente, do fracasso dos teólogos cristãos em solucionar o problema da Trindade e da natureza de Cristo. Nos territórios árabes, o cristianismo havia penetrado no paganismo, mas, em geral, sob uma forma monofisita, e nem o catolicismo oriental, nem o ocidental, foram capazes de chegar a um acordo com os monofisitas nos séculos VI e VII.

É quase certo que os árabes, impelidos pela estiagem, teriam recorrido à força para se expandir, de qualquer modo. Por assim dizer, Maomé, um monofisita, mesclou as dificuldades teológicas e econômicas a fim de desenvolver uma modalidade de religião monofisita simples, notavelmente impermeável à heresia e que incluía a doutrina da espada, de modo a acomodar as necessidades práticas dos árabes. Possuía forte apelo junto a enorme parcela da comunidade cristã. A primeira grande vitória islâmica, no Rio Yarmuk, em 636, foi obtida porque doze mil árabes cristãos investiram contra o inimigo. Os monofisitas cristãos - coptas, jacobitas e outros - quase sempre preferiam os muçulmanos aos católicos. Cinco séculos após a conquista islâmica, o patriarca jacobita de Antioquia, Miguel, o Sírio, produziu com fervor a tradição de seu povo ao escrever: "o Deus de Vingança, que sozinho é o Todo-Poderoso (...) elevou do sul os filhos de Ismael para, por seu intermédio, libertar-nos das mãos dos romanos". E, na época, um cronista nestoriano escreveu: "os corações dos cristãos rejubilaram com o domínio dos árabes - que Deus o fortaleça e faça próspero". Os muçulmanos e os cristãos monofisitas jamais se fundiram em termos teológicos. Porém, ao contrário dos judeus, não permaneceram distintos em termos raciais e culturais. O padrão religioso congelou: os muçulmanos árabes toleravam todos os Filhos do Livro, mas não iriam permitir que seus rivais se expandissem. Os cristãos só se encontravam em maioria em Alexandria e em determinadas cidades sírias. Via de regra, davam preferência à autoridade árabe-muçulmana que à grego-cristã, muito embora ocorressem períodos de dificuldades e perseguição. Jamais houve, em nenhum estágio, uma demanda maciça por parte dos cristãos sob domínio muçulmano no sentido de ser "libertados".

História do CristianismoJOHNSON, Paul. História do Cristianismo. Rio de Janeiro: Ed. Imago, 2001, pp. 291-2

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