• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

Gaio Cecílio era filho de Lúcio Cecílio Cilo e nasceu em Novum Comum por volta do ano 61 dC. Sua mãe, Plínia Marcella era irmã de escritor e famoso enciclopedista Plínio, o Velho, a quem e Gaio a tal ponto admirava que sobre ele escreveu no livro conhecido como Naturalis Historia. Como seu pai morreu quando era jovem, Gaio possivelmente tenha vivido boa parte de sua infância e juventude com sua mãe.

Será que existem evidências entre os textos dos cristãos primitivos, especialmente aqueles que viveram antes do Concílio de Nicéia, de que Jesus era considerado como um deus? Será que os cristãos primitivos chamavam a Jesus de um deus? Nesse post, veremos dois deles: Inácio de Antioquia e Tertuliano.

Há algum tempo escrevemos nosso texto sobre Maria ser “cheia” de graça, e ficamos felizes por contribuir para enriquecer a discussão sobre o assunto. Obviamente surgiram várias respostas, muitas das quais já tratamos no próprio texto. Mas há algumas que precisam de maiores esclarecimentos, por isto resolvemos dar continuidade à discussão aqui.

Mara Bar-Serapião era um filósofo estoico da província romana da Síria que tornou-se amplamente conhecido em função de uma carta que teria escrito a seu filho, também chamado Serapião, que segundo Robert E. Voorstpor fora escrita volta do ano 73 dC. Em função dessa carta tornou-se uma das primeiras referências não judaica e não cristã a se referir a Jesus Cristo. Ela foi publicada pela primeira vez no século XIX por Willian Cureton, que acreditava que Mara Bar-Serpaião era cristão sofrendo perseguição, opinião que os mais recentes acadêmicos rejeitam veementemente.

Os fatos históricos e as controvérsias que ocorreram durante a formulação da doutrina da Trindade, segundo dois respeitados historiadores cristãos.

A transmissão da tradição textual do Novo Testamento é caracterizada por um grau extremamente impressionante de tenacidade. Uma vez que uma leitura surge ela irá persistir com obstinação. É precisamente a esmagadora massa de tradição textual do Novo Testamento, assumindo o ὑγιαίνουσα διδασκαλία do criticismo textual do Novo Testamento (nós esperamos que o leitor não fique ofendido por esta aplicação de 1Tm 1:10), que fornece uma garantia de certeza ao estabelecer o texto original.

A doutrina de Cristo é uma doutrina central no cristianismo: Não é possível falar de Cristianismo sem Cristo. Para fundamentar essa doutrina nada melhor do que recorrer às escrituras como alicerce das nossas convicções sobre Cristo, antes de qualquer doutrina formalizada.

É bem verdade que muitas são as pessoas que tratam da doutrina como anterior as Escrituras e defendem ideais lógicos, mas não verdadeiros diante das escrituras. Esse equívoco percorreu a história do cristianismo, especialmente no que se refere a doutrina da Divindade de Cristo. Diversos movimentos heréticos perverteram as escrituras ao retirar de Cristo qualidades divinas claramente ensinadas pelas escrituras.

Por muitos anos católicos e protestantes têm debatido sobre a intercessão dos santos. Ambos possuem o mesma definição de intercessão? Se não, onde há a divergência?

Será que existem evidências entre os textos dos cristãos primitivos, especialmente aqueles que viveram antes do Concílio de Niceia, de que Jesus era considerado como um deus? Será que os cristãos primitivos chamavam a Jesus de um deus? Nesse post, veremos dois deles: Eusébio de Cesareia e João Crisóstomo.

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