• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

B. B. Warfield é mais conhecido por sua defesa da divina autoria das Escrituras. Em uma geração onde muitos estavam abandonando esta crença, Warfield eloquentemente e poderosamente argumentou pelo reconhecimento das Escrituras como a Palavra de Deus, como “expirada por Deus” (θέοπνευστος) e portanto infalível. Há vários estudos deste aspecto na doutrina de Warfield. Mas Warfield também tinha muito a dizer sobre a humanidade das Escrituras, sobre a genuína autoria dos escritos bíblicos. Este aspecto de seu ensino recebeu pouca atenção na literatura secundária. A meta do presente artigo é retificar esta deficiência.

Os fatos históricos e as controvérsias que ocorreram durante a formulação da doutrina da Trindade, segundo dois respeitados historiadores cristãos.

A doutrina de Cristo é uma doutrina central no cristianismo: Não é possível falar de Cristianismo sem Cristo. Para fundamentar essa doutrina nada melhor do que recorrer às escrituras como alicerce das nossas convicções sobre Cristo, antes de qualquer doutrina formalizada.

É bem verdade que muitas são as pessoas que tratam da doutrina como anterior as Escrituras e defendem ideais lógicos, mas não verdadeiros diante das escrituras. Esse equívoco percorreu a história do cristianismo, especialmente no que se refere a doutrina da Divindade de Cristo. Diversos movimentos heréticos perverteram as escrituras ao retirar de Cristo qualidades divinas claramente ensinadas pelas escrituras.

Mara Bar-Serapião era um filósofo estoico da província romana da Síria que tornou-se amplamente conhecido em função de uma carta que teria escrito a seu filho, também chamado Serapião, que segundo Robert E. Voorstpor fora escrita volta do ano 73 dC. Em função dessa carta tornou-se uma das primeiras referências não judaica e não cristã a se referir a Jesus Cristo. Ela foi publicada pela primeira vez no século XIX por Willian Cureton, que acreditava que Mara Bar-Serpaião era cristão sofrendo perseguição, opinião que os mais recentes acadêmicos rejeitam veementemente.

Será que existem evidências entre os textos dos cristãos primitivos, especialmente aqueles que viveram antes do Concílio de Nicéia, de que Jesus era considerado como um deus? Será que os cristãos primitivos chamavam a Jesus de um deus? Nesse post, veremos dois deles: Inácio de Antioquia e Tertuliano.

Será que existem evidências entre os textos dos cristãos primitivos, especialmente aqueles que viveram antes do Concílio de Niceia, de que Jesus era considerado como um deus? Será que os cristãos primitivos chamavam a Jesus de um deus? Nesse post, veremos dois deles: Eusébio de Cesareia e João Crisóstomo.

Aqueles que estão familiarizados com as doutrinas dos Testemunhas de Jeová sabem que eles não creem na divindade de Cristo. Essa doutrina é claramente exposta na versão bíblica que mandaram fazer para se adequar à suas crenças, conhecida como Tradução do Novo Mundo.

Nessa tradução, o texto de João 1.1 é assim vertido: "No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era [um] deus". Para qualquer Testemunha de Jeová, essa é a verdade desse texto, afinal João usa o substantivo θεος (Deus) anartro aqui e portanto, quando isso acontece deve-se acrescer um artigo indefinido na tradução para manter o sentido original. Em grego, a palavra que descreve o artigo definido é "αρθρον" (artron). Portanto, "anartro" é a designição para uma palavra desacompanhada de artigo.

Será que existem evidências entre os textos dos cristãos primitivos, especialmente aqueles que viveram antes do Concílio de Nicéia, de que Jesus era considerado como um deus? Será que os cristãos primitivos chamavam a Jesus de um deus? Nesse post, veremos dois deles: Ambrósio e Hipólito.

A transmissão da tradição textual do Novo Testamento é caracterizada por um grau extremamente impressionante de tenacidade. Uma vez que uma leitura surge ela irá persistir com obstinação. É precisamente a esmagadora massa de tradição textual do Novo Testamento, assumindo o ὑγιαίνουσα διδασκαλία do criticismo textual do Novo Testamento (nós esperamos que o leitor não fique ofendido por esta aplicação de 1Tm 1:10), que fornece uma garantia de certeza ao estabelecer o texto original.

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