• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

Certa vez, apresentei parte do que descobri sobre a crucificação para duas testemunhas de Jeová. Imediatamente eles começaram a me fazer uma série de perguntas, sem me dar sequer uma chance para respondê-las. Desde então, em debates pela internet, observo o mesmo tipo de comportamento em alguns debatedores.

A Bíblia da maioria da Igreja primitiva era a Septuaginta grega. Mesmo a versão Velha Latina usada pela Igreja Ocidental era uma tradução da Septuaginta. Como temos visto, é provável que ela incluía adições aos livros do Velho Testamento Hebraico que não eram recebidos como canônicos pelos judeus. Alguns dos pais, especialmente aqueles no Oeste, geralmente aceitavam estes trabalhos porque se assumiu que eles eram parte do legítimo corpo canônico. Fica claro dos escritos dos pais da Igreja que havia muita confusão sobre o que era o verdadeiro cânon hebraico. O Leste e Oeste geralmente mantinham diferentes perspectivas.

Desde os últimos anos do período patrístico com sua regula fidei (“regra de fé”), a igreja tem lutado com a “perspicuidade (ou clareza) das Escrituras”, ou seja, se elas estão realmente ao alcance da compreensão humana. Não é à toa que os estudiosos da Bíblia são sempre acusados de tirar do leitor comum o acesso às Escrituras. Depois que um texto é dissecado e submetido a uma legião de teorias acadêmicas, o não especialista exclama com tristeza: “Tudo bem, mas o que isso tem a ver comigo? Eu consigo estudar esse texto?”.

Há tempos venho observando que por vários fóruns, alguns mórmons postaram um texto com o título "Denominação = Facção/divisão", onde argumentam que divisões no meio evangélico seria algo errado, que o próprio Cristo negaria. Com isto, querem aclamar, é claro, que por sua igreja não possuir divisões, é a igreja verdadeira.

B. B. Warfield é mais conhecido por sua defesa da divina autoria das Escrituras. Em uma geração onde muitos estavam abandonando esta crença, Warfield eloquentemente e poderosamente argumentou pelo reconhecimento das Escrituras como a Palavra de Deus, como “expirada por Deus” (θέοπνευστος) e portanto infalível. Há vários estudos deste aspecto na doutrina de Warfield. Mas Warfield também tinha muito a dizer sobre a humanidade das Escrituras, sobre a genuína autoria dos escritos bíblicos. Este aspecto de seu ensino recebeu pouca atenção na literatura secundária. A meta do presente artigo é retificar esta deficiência.

Em postagens anteriores eu dei resumos concisos do tema de minhas palestras como visitante na Rice University e uma das duas palestras na Houston Baptist University. Nesta postagem eu quero resumir a outra palestra da HBU: “O lugar de Jesus na Oração Cristã primitiva e seu Significado para a Identidade cristã primitiva”.

Um manuscrito bíblico é qualquer cópia escrita à mão de uma porção do texto da Bíblia. O termo Bíblia vem do grego biblion (livro); manuscrito vem do latim manu (mão) e scriptum (escrito). Os manuscritos bíblicos variam em tamanho desde pequenos rolos com alguns versos do Velho Testamento (os Tefilin) até codices disponíveis em vários idiomas, contendo o Velho Testamento (Tanakh) quanto o Novo Testamento, bem como escritos extra-canônicos.

Igualmente, nem todo ataque ad hominem – um ataque “contra o homem” ou pessoa – envolve um ad hominem falacioso. “Atacar o homem” pode ser completamente legítimo e algumas vezes necessário, mesmo em um contexto argumentativo, quando é precisamente o próprio homem que é o problema.

É curioso como muitos problemas de interpretação bíblica se resumem conceitos e palavras não entendidos, por causa do contexto cultural e histórico em que foram empregados. Isto poderia ser entendido também da genealogia presente em Mateus?

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