e-cristianismo

  • Full Screen
  • Wide Screen
  • Narrow Screen
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size
Deutsch (DE-CH-AT)Español(Spanish Formal International)Português (Brasil)English (United Kingdom)

Textos

Hedonismo e felicidade cristã

enjoy

HEDONISMO. Do grego hēdonē, “prazer”. O hedonismo consiste em todas aquelas teorias éticas que identificam o alvo moral como a felicidade, o prazer. Os cirenaicos antigos tomavam por certo que a previsão exata dos resultados prazerosos ou dolorosos das ações se constituía em sabedoria; mais tarde, enfatizavam que o prazer imediato era o resultado que sempre devia ser procurado. Os epicureus modificaram esta ideia, e cultivavam uma vida total de prazer, em contraste com os prazeres meramente momentâneos: “o prazer mediante a prudência” que garantia a sutileza, a variedade, a permanência, para satisfazer um ser racional. Nem o hedonismo “puro” nem o “modificado” fornecia orientação verdadeiramente moral.

Uma carta de Cornelius Van Til para Francis Schaeffer

Cornelius Van Til

Deixe-me começar enfatizando o fato de que ambos temos essencialmente o mesmo objetivo em nosso trabalho. Nós estamos nos dirigindo ao homem moderno, em particular a jovens educados, a fim de que reconheçam Jesus Cristo como aquele que nos fala com absoluta e infalível autoridade nas línguas originais do Velho e Novo Testamentos, como Salvador e Senhor.

Sofrimento: marca do verdadeiro discípulo de Cristo

cristo_na_cruz_morto

"É uma verdade bíblica: que quanto mais sérios nos tornarmos acerca de nossa identidade de sal da terra e luz do mundo, e quanto mais dedicados nos tornarmos em alcançar os povos não alcançados do mundo, expor as obras das trevas e desatar as amarras do pecado e de Satanás tanto mais sofreremos."

Karl Barth, o inferno e a imortalidade da alma

angelico63jpg_1

Excertos dos Comentários de Karl Barth ao Credo Apostólico, especificamente quanto aos artigos:- Foi crucificado, morto e sepultado, desceu ao inferno...- De onde virá para julgar os vivos e os mortos...

Alegria no cristianismo

cristo_no_deserto-full

Dizem que o paganismo é uma religião de alegria e o cristianismo é de tristeza. Seria igualmente fácil provar que o paganismo é pura tristeza e o cristianismo pura alegria. Esses conflitos nada significam e não levam a lugar algum. Tudo o que é humano deve conter em si alegria e tristeza; a única questão que interessa é como os dois ingredientes são equilibrados e divididos. E a coisa realmente interessante é a seguinte, que o pagão sentia-se em geral cada vez mais feliz à medida que se aproximava da terra, mas cada vez mais triste à medida que se aproximava dos céus.

Comentário a Romanos 7:2-4

Cruz da salvação

É na cruz, na morte de Cristo, que se patenteia a anulação da criatura – justamente da criatura religiosa – e também da cruz, da morte de Cristo, recebemos a certeza da reconciliação, do perdão, da justificação e da redenção.

Comentário a Romanos 7:5,6

Pecador arrependido

O ser humano como tal, e portanto também a pessoa religiosa, é carnal, isto é, seu pensamento, sua vontade e suas obras pertencem ao mundo e não alcançam qualificação perante Deus ou, mais apropriadamente, são da mais alta impiedade e pecaminosidade; são características que afastam a criatura de Deus e a conduzem para a morte, tanto mais quanto maior for o seu sonho de se assemelhar a Deus.

A aspereza da vida

Rosas murchas

Isso é muito bom, achamos nós; mas por que a demora? Por que agora ainda não é o tempo adequado para a justiça universal? A essa pergunta não enunciada, os versículos 18 e seguintes dão uma resposta tipicamente dura, considerando que a nossa primeira necessidade não é ensinar a Deus o que ele deve fazer, mas aprender a verdade acerca de nós mesmos, uma lição que nós somos muitos lentos em aceitar.

Comentário a Romanos 6:8-11

Fé

A fé é o passo inigualável que, uma vez dado, é irreversível; não pode mais ser desfeito; é o passo com o qual o crente transpõe a linha da divisa existente entra a velha e a nova criatura, entre o mundo velho e o mundo novo. Fé é a plenitude do paradoxo humano: é vacuidade absoluta de conteúdo material e a plena locupletação de conteúdo divino; ela emudece o homem, proclama a sua ignorância e o reduz à expectativa, mas é também a voz de Deus, a revelação de sua sabedoria e sua obra eficaz; [resposta à ansiedade humana]. A fé é [o final das coisas materiais], o ponto final do caminho [da criatura neste mundo], mas é também [o início do que é divino] – o começo do caminho, a inflexão, a reviravolta, o retorno [que leva a "nova-criatura" a Deus].

A realização de nossas aspirações

sonhar-com-aspiracao-e-fe

O presente capítulo do livro "Por que sou cristão", de John Stott fala de algo muito atual e que penso ser muito importante ser discutido em nossos dias: como a crença em Deus consegue complementar o nosso ser. Eu tentei pegar parte deste texto, mas simplesmente não poderia, já que todo ele é muito interessante.

Bondade X Maldade

Bondade

Qual é então o problema? O de um universo que contém muitas coisas evidentemente más e aparentemente desprovidas de sentido, mas que contém igualmente criaturas como nós, que sabem que existem coisas más e absurdas. Ora, há apenas dois pontos de vista que levam em consideração todos os dados desse problema. Um deles é o cristão, segundo o qual este mundo é um mundo bom que se corrompeu em boa parte, mas que continua a manter viva a memória do que deveria ter sido. O outro é o do chamado dualismo, segundo o qual há dois poderes iguais e independentes por trás de todas as coisas, um bom e outro mau, e este universo é o campo de batalha em que travam um contra o outro uma guerra sem fim. Pessoalmente, penso que, depois do cristianismo, o dualismo é a ideologia mais nobre e sensata que se encontra à disposição no mercado. Mas padece de um defeito de fabricação.

Trecho de Mero Cristianismo

Liberdade em Cristo

Algo de semelhante se passa também entre Cristo e nós. Quanto mais nos libertamos de “nós mesmos” e deixamos que seja Ele quem nos dirija, tanto mais verdadeiramente nos tornamos nós mesmos. Cristo é tão imenso que milhões e milhões de “pequenos Cristos”, todos diferentes entre si, ainda são insuficientes para exprimi-lo por inteiro. Se foi Ele quem nos criou a todos! Inventou – tal como um escritor inventa as personagens de uma novela – cada um desses diversíssimos “homens novos” que você e eu estamos destinados a ser. Neste sentido, os nossos verdadeiros “eus” estão todos à nossa espera nEle. De nada nos adianta procurarmos ser “nós mesmos” sem Ele.

Os obstinados soldadinhos de chumbo

Soldadinho de chumbo

Você já chegou a pensar alguma vez, quando ainda era criança, como seria divertido se os seus brinquedos pudessem cobrar vida? Bem, suponhamos que realmente lhe fosse possível trazê-los à vida e transformar um soldadinho de chumbo num homenzinho de verdade. Isso significaria transformar o chumbo em carne. Mas, e se o soldado de chumbo não gostasse disso, se não tivesse o menor interesse em ser carne? Tudo o que conseguiria ver seria que o seu chumbo se estava desfazendo: pensaria que você o estava matando e faria tudo o que pudesse para impedir o seu propósito. Se pudesse evitá-lo, não consentiria de forma alguma que o convertessem num homem.

Discipulado

Sermão do monte

Quando as Escrituras Sagradas falam do discipulado de Jesus, proclamam a libertação do homem de todos os preceitos humanos, de tudo quanto oprime, sobrecarrega, provoca preocupações e tormentos à consciência. No discipulado, o ser humano sai de sob o jugo de suas próprias leis, e submete-se ao jugo suave de Jesus Cristo.

O conto do bilhete premiado

Bilheteria

No meio da balbúrdia que assola a igreja evangélica no Brasil, tenho uma dúvida cruel: o que leva alguém a seguir um falso profeta e acreditar em tudo o que ele diz? Qual é a motivação que está por trás dessa conduta? Obviamente, há muitos fatores que influenciam uma pessoa a entrar num regime de obediência cega a um líder religioso, sem questionar o seu testemunho e a sua pregação.

Página 1 de 2

Google+

Cristianismo em ação

Contraponto

Login

Verso do dia

Doações

Donate using PayPal
Amount:

Publicidade

Este site segue a licença Creative Commons - não comercial - livre cópia, distribuição e citação sem alterações no texto. Caso você goste de nossos textos, inclusive de autoria de terceiros, tenha a bondade e a gentileza de indicar a fonte tanto deste site como aquelas em que nos baseamos (inclusive traduzindo-as) e tivemos a delicadeza de indicar aqui (com os respectivos LINKS).

Creative Commons License

You are here: Textos