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Credo Apostólico - Phillip Schaff

Análise do Credo Apostólico feito por Phillip Schaff.

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O Credo Apostólico, ou Symbolum Apostolicum, é, quanto à sua forma, não uma produção dos apóstolos, como foi antigamente crido, mas um admirável resumo popular do ensino apostólico, e em completa harmonia com o espírito e mesmo a letra do Novo Testamento.


I. Caráter e Valor.

Como a oração do Senhor é a Oração das orações, o Decálogo a Lei das leis, assim o Credo Apostólico é o Credo dos credos. Ele contém todos os artigos fundamentais da fé cristã necessários para a salvação, na forma de fatos, em linguagem escriturística simples, e na mais natural ordem - ordem da revelação - de Deus e da criação até a ressurreição e vida eterna. É trinitária, e dividida em três artigos principais, expressando fé - em Deus Pai, o Criador dos céus e da terra, em seu único Filho, nosso Senhor e Salvador, e no Espírito Santo (in Deum Patrem, in Jesum Christum, in Spiritum Sanctum); sendo a principal ênfase feita no segundo artigo, o nascimento sobrenatural, morte, e ressurreição de Cristo. Então, mudando a linguagem (credo em para credo com o simples acusativo), o Credo professa acreditar na santa Igreja Católica, a comunhão dos santos, remissão dos pecados, ressurreição do corpo, e a vida eterna.1 É de longe o melhor resumo popular da fé cristã jamais feita em tão pouco espaço. Ele ainda supera todos os posteriores símbolos para propósitos catequéticos e litúrgicos, especialmente como uma profissão de candidatos para o batismo e membresia da igreja. Não é um enunciado lógico de doutrinas abstratas, mas uma profissão de fatos vívidos e verdades salvadoras. É um poema litúrgico e um ato de adoração. Como a Oração do Senhor, ele não perde nada de seu charme e efeito pelo uso freqüente, embora, por vã e impensada repetição, ele pode ser feito um martírio e uma forma vazia de palavras. Ele é inteligível e edificante para uma criança, e fresco e rico para o mais profundo estudioso cristão, o qual, avançando em idade, se deleita em voltar às fundações primitivas e os primeiros princípios. Ele tem a fragrância da antiguidade e o inestimável peso do consenso universal. É um laço de ligação entre todas as idades e divisões da cristandade. Ele nunca poderá ser substituído no uso popular na igreja e escola2.

Ao mesmo tempo, deve ser admitido que a grande simplicidade e brevidade deste Credo, que tão admiravelmente o adapta para todas classes de cristãos e adoração pública, o faz insuficiente como um regulador de doutrina pública para um estágio mais avançado de conhecimento teológico. Como ele é confinado aos artigos fundamentais, e expressa eles em termos escriturísticos simples, ele admite uma indefinida expansão pela mente científica da igreja. Assim, o Credo Niceno dá mais clara e mais forte expressão da doutrina da divindade de Cristo contra os arianos, o credo Atanasiano para toda doutrina da Trindade e personalidade de Cristo contra as várias heresias da era pós-nicênica. Os credos reformados são mais explícitos na autoridade e inspiração das Escrituras e as doutrinas do pecado e graça, as quais são ou passadas por ou meramente implícitas no Credo Apostólico.

II. Quanto às origens

Quanto às origens do Credo Apostólico, sem dúvida ele cresceu gradualmente da confissão de Pedro, Mt 16:16, que forneceu seu núcleo (o artigo sobre Jesus Cristo), e da fórmula batismal, que determinou a ordem trinitária e disposição. Ele não pode ser traçado a um autor individual. É um produto da Igreja Católica Ocidental (como o Credo Niceno é da Igreja Oriental) nos primeiros quatro séculos. Não é de inspiração primária, apostólica, mas de secundária, eclesiástica. Não é uma palavra de Deus aos homens, mas a palavra de homens a Deus, em resposta à sua revelação. Ele foi originalmente e essencialmente uma confissão batismal, crescendo da vida interior e necessidades práticas do Cristianismo primitivo.3 Ele foi explicado aos catecúmenos no último estágio de sua preparação, professo por eles no batismo, frequentemente repetido, com a Oração do Senhor, para devoção privada, e mais tarde introduzida no serviço público4. Ele foi chamado pelos pais antenicenos 'a regra de fé', 'a regra da verdade', 'a tradição apostólica', 'a pregação apostólica', mais tarde 'o símbolo de fé'5. Mas inicialmente este Credo batismal não foi precisamente o mesmo. Ele assumiu formas e modelos diferentes em diferentes congregações6. Algumas eram mais longas, algumas mais curtas, algumas declarativas, algumas interrogativas na forma de perguntas e respostas7. Cada uma das grandes igrejas adaptou o núcleo da fé apostólica para suas circunstâncias e desejos peculiares; mas elas todas concordavam nos artigos essenciais de fé, na forma geral de disposição na base da fórmula batismal, e na proeminência dada para a morte de Cristo e ressurreição. Nós temos uma ilustração na prática moderna das Igrejas Batistas Independentes ou Congregacionais na América, onde a mesma liberdade de formular credos congregacionais particulares ('pactos', como eles são chamados, ou formas de profissão e compromisso, quando membros são recebidos na comunhão completa) é exercitada em uma extensão maior que nas épocas antigas.

Os primeiros registros que nós temos destes primitivos credos são meramente fragmentários. Os pais antenicenos não nos dão a exata e completa fórmula, mas somente alguns artigos com descrições, defesas, explicações e aplicações. Os credos eram memorizados, mas não escritos8. Este fato é explicado pela 'Disciplina Secreta' da igreja antenicena. Pelo medo de profanação e interpretação errada por descrentes (não, como alguns supõe, em imitação dos antigos Mistérios dos gentios), a celebração dos sacramentos e do credo batismal , como parte do ato batismal, era mantido secreto entre os membros comungados até que a Igreja triunfou no Império Romano9.

O primeiro escritor no Oeste que nos deu o texto do credo latino, com um comentário, é Rufino, perto do fim do quarto século.

As formas mais completas ou mais populares do credo batismal em uso naquele tempo no Oeste eram aquelas das igrejas de Roma, Aquiléia, Milão, Ravena, Cartago e Hipona. No entanto elas diferem pouco10. Entre estes, de novo, a fórmula romana gradualmente ganhou aceitação geral no Oeste por sua excelência intrínseca, e por causa da posição de comando da Igreja de Roma. Nós conhecemos o texto latino de Rufino (390), e o grego de Marcellus de Ancyra (336-341). O texto grego é usualmente observado como uma tradução, mas é provavelmente mais antigo que o latino, e poderia ser datado do segundo século, quando a linguagem grega prevalecia na congregação romana11.

Este credo romano foi gradualmente crescendo por várias clausulas de formas mais antigas ou contemporâneas, a saber, o artigo 'desceu ao Hades' (pego do credo de Aquiléia), o predicado 'católico' ou 'geral', no artigo da Igreja (emprestado dos credos orientais), 'a comunhão dos santos' (de fontes Gálicas), e a conclusão 'vida eterna' (provavelmente dos símbolos das igrejas de Ravena e Antioquia)12. Estas cláusulas adicionais foram sem dúvida parte da fé geral, pois eram ensinadas nas Escrituras, mas eles foram primeiramente expressos nos credos locais, e passou algum tempo antes que eles achassem um lugar na fórmula autorizada.

Se nós considerarmos, então, o presente texto do Credo Apostólico como um completo todo, nós dificilmente poderemos traçá-lo além do sexto, certamente não além do fim do quinto século, e seu triunfo sobre todas as outras formas na Igreja Latina não foi completa até o oitavo século, ou cerca do tempo que os bispos de Roma de forma enérgica esforçaram-se para conformar as liturgias das igrejas ocidentais à ordem romana13. Mas se nós olharmos para os vários artigos do Credo separadamente, eles são todos de origem nicena ou antenicena, enquanto que seu núcleo volta aos tempos apostólicos. Todos os fatos e doutrinas que ele contém, estão em inteira concordância com o Novo Testamento. E isto é verdade mesmo naqueles artigos que tem sido mais atacados em tempos recentes, como a concepção sobrenatural de nosso Senhor (comparar Mateus 1:18; Lucas 1:35), a descida ao Hades (comparar Lucas 23:43; Atos 2:31; 1 Pedro 3:19; 1 Pedro 4:6), e a ressurreição do corpo (1 Coríntios 15:20, e outros lugares)14.

A oposição racionalística ao Credo Apostólico e seu uso nas igrejas é então um ataque indireto ao próprio Novo Testamento. Mas ele vai sem dúvida sobreviver estes ataques, e dividir a vitória da Bíblia sobre todas as formas de descrença15.

III. O Credo

Eu adicionei uma tabela, com notas críticas, para mostrar a diferença entre o credo romano original, como foi dado por Rufino em Latim (cerca de 390 D.C.), e por Marcellus em Grego (336-341 D.C), e a forma recebida do Credo Apostólico, que chegou ao uso geral no sétimo ou oitavo século. As adições estão entre colchetes.

A forma Romana Antiga Forma recebida
1. Eu creio em Deus Pai Todo-Poderoso16 1. Eu creio em Deus Pai Todo-Poderoso [Criador dos céus e da terra]17.
2. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
3. Que nasceu pelo Espírito Santo da Virgem Maria18; 3. Que foi [concebido] pelo Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria19;
4. Foi crucificado sob Pôncio Pilatos e foi sepultado; 4. [Padeceu]20 sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, [morto] e sepultado
[Desceu ao Inferno (Hades)];21
5. Ao terceiro dia levantou-se dos mortos; 5. Ao terceiro dia levantou-se dos mortos;
6. Ascendeu aos céus; e sentou à direita do Pai; 6. Ascendeu aos céus; e sentou-se à mão direita de [Deus] Pai [Todo-Poderoso];22
7.De onde virá para julgar os vivos e os mortos. 7. De onde virá para julgar os vivos e os mortos.
8. E no Espírito Santo; 8. [Eu creio]23 no Espírito Santo;
9. Na Santa Igreja; 9. Na Santa Igreja [Católica];24
[Na comunhão dos santos];25
10. No perdão dos pecados; 10. No perdão dos pecados;
11. Na ressurreição do corpo (carne)26. 11. Na ressurreição do corpo (carne);
12. [E na vida eterna]27.

Nota sobre a lenda da origem apostólica do Credo

Até a metade do século dezessete era corrente crença da cristandade romana católica e protestante que o Credo Apostólico foi 'membratim articulatimque' composto pelos apóstolos em Jerusalém no dia de Pentecoste, ou antes de sua separação, para assegurar unidade de ensino, cada um contribuindo com um artigo (portanto a de certa forma arbitrária divisão em doze artigos)28. Pedro, sob inspiração do Espírito Santo, começou: 'Eu creio em Deus Pai Todo-Poderoso;' André (de acordo com outros, João) continuou: 'E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;' Tiago o mais velho prosseguiu: 'Que foi concebido pelo Espírito Santo;' então continou João (ou André): 'Sofreu sob Pôncio Pilatos;' Filipe: 'Desceu ao Hades;' Tomé: 'No terceiro dia levantou-se dos mortos ;' e assim continua até Matias completar o trabalho com as palavras 'vida eterna. Amén.'

O primeiro traço desta lenda, apesar de sem a distribuição aludida a ela, nós encontramos no fim do quarto século, no Expositio Symboli de Rufinus de Aquiléia. Ele menciona uma antiga tradição com respeito à composição apostólica do Credo ('tradunt majores nostri'), e falsamente deriva desta suposta autoria conjunta o nome symbolon (de συμβάλλειν, no sentido de contribuir); confundindo σύμβολον, sinal, com συμβολή, contribuição ('Symbolum Graece et indicium dici potest et collatio, hoc est, quod plures in unum conferunt'). A mesma visão é expressa, com várias modificações, por Ambrósio de Milão (d. 397), em seu Explanatio Symboli ad initiandos, onde ele diz: 'Apostoli sancti convenientes fecerunt symbolum breviter;' por João Cassiano (cerca de 424), De incarnat. Dom. VI. 3; Leão M. Ep. 27 ad Pulcheriam; Venantius Fortunatus, Expos. brevis Symboli Ap.; Isidorus de Sevilha (d. 636). A distribuição dos doze artigos entre os apóstolos é de datação tardia, e não há unanimidade a este respeito. Veja esta lendária forma no pseudo-Agostinho Sermones de Symbolo, em Hahn, l.c.p. 24, e outra de Sacramentarium Gallicanum do sétimo século, em Heurtley, p. 67.

O Catecismo romano dá sanção eclesiástica, até onde a Igreja Romana está interessada, à ficção de uma autoria apostólica direta29. Meyers, l.c., defende isto largamente, e Abbé Martigny, em seu 'Dictionnaire des antiquitées Chréstiennes', Paris, 1865 (art. Symbole des apôtres, p. 623), ousadamente afirma, sem uma sombra de prova: 'Fidèlement attaché à la tradition de l’Église catholique, nous tenons, non-seulement qu’il est l’œuvre des apôtres, mais encore qu’il fut composé par eux, alors que réunis à Jérusalem, ils allaient se disperser dans l’univers entier; et qu’ils volurent, avant de séparer, fixer une règle de foi vraiment uniforme et catholique, destinée à être livrée, partout la même, aux catéchumènes.'

Até mesmo entre Protestantes a velha tradição tem achado ocasionalmente advogados, como Lessing (1778), Delbrück (1826), Rudelbach (1844), e especialmente Grundtvig (d. 1872). O último citado, um bem hábil mas excêntrico bispo da alta igreja luterana da Dinamarca, traça o Credo, como a Oração do Senhor, ao próprio Cristo, no período entre a Ascenção e o Pentecoste. O poeta Longfellow (um Unitariano) faz uso poético da lenda em sua Divina Tragédia (1871).

Por outro lado, a origem apostólica (depois de ter sido chamada em questão por Laurentius Valla, Erasmo, Calvino30) tem sido tão claramente desmentida a muito tempo por Vossius, Rivetus, Voëtius, Usher, Bingham, Pearson, King, Walch e outros estudiosos, que não deverá nunca mais ser seriamente afirmado de novo.

Os argumentos contra a autoria apostólica são bem conclusivas:

  1. A intrínseca improbabilidade de tal mecânica composição. Ela não tem analogia na história dos símbolos; mesmo quando composta por comitês ou sínodos, eles são produção principalmente de uma mente. O Credo Apostólico não é uma peça de mosaico, mas uma unidade orgânica, um instintivo trabalho de arte no mesmo sentido que Gloria in Excelsis, o Te Deum e as clássicas orações e hinos da Igreja.
  2. O silêncio das Escrituras. Alguns advogados, de fato, tentam achar alusões ao Credo na 'analogia' ou 'proposição de fé' de Paulo, Romanos 12:7; 'o bom depósito', 2 Timóteo 1:14; 'os primeiros princípios dos oráculos de Deus', Hebreus 5:12; 'a fé uma vez dada aos santos', Judas 1:3; e 'a doutrina', 2 João 1:10; mas estas passagens podem ser facilmente explicadas sem tais suposições.
  3. O silêncio dos pais apostólicos e todos os pais e sínodos ante-nicenos e nicenos. Mesmo o concílio ecumênico de Nicéia não conhece nada sobre um símbolo de composição estritamente apostólica, e não se atreveria a substituí-lo por outro.
  4. A variedade em formas de várias regras de fé nas igrejas ante-nicenas, e do próprio Símbolo Apostólico até o oitavo século. Este fato é atestado mesmo por Rufino, que menciona os pontos nos quais o Credo de Aquiléia diferia do de Roma. 'Tais variações na forma do Credo proibiam a suposição de qualquer sistema fixo de palavras, reconhecido e recebido como a composição dos apóstolos; pois ninguém, certamente, sentiria-se livre para alterar nenhum esquema tão normal de fé'31.
  5. O fato que o Credo Apostólico nunca teve nenhum costume geral no Leste, onde o Credo Niceno ocupou seu lugar, com um quase igual clamor de apostolicidade tão quanto o conteúdo é interessado.

Fonte: http://www.ccel.org/ccel/schaff/creeds1.iv.ii.html

Notas

1. Esta mudança foi observada já por Rufino (l.c $36), que diz: 'Non dicit "InSanctam Ecclesiam" , nec "Inremissionem peccatorum" , nec "Incarnis resurrectionem". Si enim addidisset "in" præpositionem, una eademque vis fuisset cum superioribus... Hac præpositionis syllaba Creator a creaturis secernitur, et divina separantur ab humanis.' O catecismo romano (P. 1. 100. 10, qu. 19) também destaca esta distinção, 'Nunc autem, mutata dicendi forma, "sanctam" , et non "in sanctam" ecclesiam credere profitemur'.

2. Agostinho chama o Símbolo Apostólico de 'regula fidei brevis et grandis; brevis numero verborum, grandis pondere sententiarum'. Lutero diz: 'A verdade cristã não poderia ser possivelmente colocada em uma definição tão curta e tão clara'. Calvino (Inst., Lib II.100.16, $18), enquanto duvida de sua composição estritamente apostólica, ainda o respeita como um admirável e verdadeiro sumário da fé Cristã, e segue sua ordem em suas Institutas, dizendo: 'Id extra controversiam positum habemus, totam in eo [Symbolo Ap. ] fidei nostræ historiam succincte distinctoque ordine recenseri, nihil autem contineri, quod solidis Scripturæ testimoniis non sit consignatum'. J. T. Müller (Lutheran, Die Symb. Bücher der Evang. Luth. K., p. xvi.): 'Ele retém o duplo significado de ser o laço de união da Igreja Cristã universal, e a semente fa qual todos os outros credos surgiram'. Dr. Semisch (Evang. United, successor de Dr. Neander em Berlim) conclui seu recente ensaio no Credo (p. 28) com as palavras: 'É em sua primitiva forma o mais genuíno cristianismo da boca do próprio Cristo (das ächteste Christenthum aus dem Munde Christi selbst ).' Dr. Nevin (Germ. Reformed, Mercersb. Rev. 1849, p. 204): 'O Credo é a substância do Cristianismo na forma de fé... a direta expressão imediata da própria fé'. Dr. Shedd (Presbyterian, Hist. Christ. Doctr., II. 433): 'O Credo Apostólico é a primeira tentativa da mente cristã de sistematizar os ensinamentos das Escrituras, e é, consequentemente, a não inspirada fundação sobre a qual toda a pós-estrutura da literatura simbólica se apoia. Todo desenvolvimento de credos procede deste princípio'. Bispo Browne (Episcopalian, Exp . 39 Art ., p. 222): 'Apesar deste credo não ter sido redigido pelos próprios apóstolos, ele bem deve ser chamado de Apostólico, por tanto conter as doutrinas ensinadas pelos apóstolos, e por ser em substância o mesmo que foi usado na Igreja do tempo dos próprios apóstolos.' É o único credo usado no serviço batismal das igrejas Latinas, Anglicanas, Luteranas, e as Reformadas continentais. Nas igrejas Protestantes Episcopais e Luteranas o Credo Apostólico é uma parte do serviço regular dominical, e é geralmente recitado entre as lições das Escrituras e orações, expressando consentimento com o primeiro, e preparando a mente para o último.

3. Tertuliano, De corona militum . 100. 3: 'Dehinc ter mergitamur, amplius aliquid respondentes , quam Dominus in Evangelio determinavit'. O amplius respondentes refere-se ao Credo, não como algo diferente do Evangelho, mas um sumário do Evangelho. Comp. De bapt., 100.6, onde Tertuliano diz que no Credo batismal a Igreja era mencionada depois de confessar o Pai, o Filho e o Espítiro.

4. Agostinho (Op., ed. Bened., VI. Serm., 58): 'Quando surgitis, quando vos ad somnum collocatis, reddite Symbolum vestrum; reddite Domino... Ne dicatis, Dixi heri, dixi hodie, quotidie dico, teneo illud bene. Commemora fidem tuam: inspice te. Sit tanquam speculum tibi Symbolum tuum. Ibi te vide si credis omnia quæ te credere confiteris, et gaude quotidie in fide tua'.

5. Κανὼν τῆς πίστεως, κ. τῆς ἀληθείας, παράδοσις ἀποστολική, τό ἀρχαῖον τῆς ἐκκλησίας, σύστημα, regula fidei, reg. veritatis, traditio apostolica, prædicatio ap., fides catholica , etc. Algumas vezes estes termos são usados em um sentido mais amplo, e envolve todo curso de instrução catequética.

6. Veja o antigo regulæ fidei mencionado por Ireneu: Contra hær., lib. 1. 100. 10, § 1; III. 100. 4, § 1, 2; IV. 100. 33, § 7; Tertuliano: De velandis virginibus , 100. 1; Adv. Praxeam , 100. 2; De præscript. hæret., 100. 13; Novaciano: De trinitate s. de regula fidei (Bibl. P. P. , ed. Galland. III. 287); Cipriano: Ep. ad Magnum, e Ep. ad Januarium, etc.; Orígenes: De principiis, 1. præf. § 4–10; Const. Apost. VI. 11 e 14. Eles são dados no Vol. II. pp. 11–40; também por Bingham, Walch, Hahn, e Heurtley. Eu seleciono, como uma amostra, a descrição detalhada de Tertuliano, que manteve contra os heréticos muito fortemente a unidade da fé tradicional, mas, por outro lado, também contra a igreja de Roma (como um Montanista), a liberdade de disciplina e progresso na vida cristã. De velandis virginibus, 100. 1: 'Regula quidem fidei una omnino est, sola immobolis et irreformabilis, credendi scilicet in unicum Deum omnipotentem, mundi conditorem, et Filium ejus Jesum Christum, natum ex virgine Maria, crucifixum sub Pontio Pilato, tertia die resuscitatum a mortuis, receptum in cælis, sedentem nunc ad dexteram Patris, venturum judicare vivos et mortuos, per carnisetiam resurrectionem. Hac lege fidei manente cætera jam disciplinæ et conversationis admittunt novitatem correctionis, operante scilicet et proficiente usque in finem gratia Dei'. Em seu tratado contra Práxeas (cap. 2) ele também menciona, como objeto de regra de fé, 'Spiritum Sanctum, paracletum, sanctificatorem fidei eorum qui credunt in Patrem et Filium et Spiritum Sanctum'. Nós até mesmo deveríamos avançar até a metade e o começo do segundo século. O primeiro traço de alguns editoriais do Credo podem ser encontrados em Inácio, Epistola ad Tralianos, 100. 9 (ed. Hefele, p. 192), onde ele diz de Cristo que ele era verdadeiramente nascido 'da Virgem Maria' (τοῦ ἐκ Μαρίας, ὃς ἀληθῶς ἐγεννήθη), 'sofreu sob Pôncio Pilatos' (ἀληθῶς ἐδιώχθη ἐπί Ποντίου Πιλάτου),'foi crucificado e morto' (ἀληθῶς ἐσταυρώθη καὶ ἀπέθανεν,) e 'se levantou dos mortos' (ὃς καὶ ἀληθῶς ἠγέρθη ἀπὸ νεκρῶν, ἐγείραντος αὐτὸν τοῦ πατρὸς, αὐτοῦ.) Os mesmos artigos, com poucos outros, podem ser traçados em Justinho Mártir, Apol. 1. 100. 10, 13, 21, 42, 46, 50.

7. Geralmente distribuído em três tópicos: 1. Credis in Deum Patrem omnipotentem, etc.? Resp. Credo. 2. Credis et in Jesum Christum, etc.? Resp. Credo. 3. Credis et in Spiritum Sanctum, etc.? Resp. Credo. Veja os credos interrogativos em Martene, De antiquis ecclesiæ ritibus, 1. 1. 100. 1, e em Heurtley, l.c. pp. 103–116.

8. Jerônimo, Ep. 61, ad Pammach.: 'Symbolum fidei et spei nostræ, quod ab apostolis traditum, non scribitur in charta et atramento, sed in tabulis cordis carnalibus'. Agostinho, Serm. ccxii, 2: 'Audiendo symbolum discitur, nec in tabulis vel in aliqua materia, sed in corde scribitur'.

9. Sobre a Disciplina arcani compare com minha Church History, 1. 384 sq., e Semisch, On the Ap. Creed, p. 17, que mantém, com outros, que o Credo Apostólico existiu em completo como parte da Secreta Disciplina muito antes de ser escrita.

10. Veja estes Credos Nicenos e pós-Nicenos em Hahn, l.c.pp.3sqq., e em Heurtley, l.c.43sqq. Agostinho (e pseudo-Agostinho) dá oito exposições do Símbolo, e menciona, além disto, simples artigos em dezoito passagens de seu trabalho. Veja Caspari, l.c.II.264sq. Ele segue na forma principal (Ambrosiana) da igreja de Milão, que concorda substancialmente com a Romana. Duas vezes ele pega o Símbolo Norte-africano de Cartago para uma base, o qual tem adições no primeiro artigo, e coloca o artigo da Igreja no fechamento (vitam æternam per sanctam ecclesiam). Nós temos também, da idade Nicena e pós-Nicena, vários comentários do Credo por Cirílo de Jerusalém, Rufino, Ambrósio e Agostinho. Eles não dão os vários artigos continuamente, mas é fácil colecionar e reconstruir eles a partir dos comentários em que eles são expostos. Cirílo expõe o Credo Oriental, os outros o Ocidental. Rufinus pega o da Igreja de Aquiléia, onde ele era presbítero, como base, mas anota incidentalmente a discrepância entre este Credo e o da Igreja de Roma, de tal forma que nós obtemos dele o texto do Credo Romano também. Ele menciona anteriores exposições do Credo, que nós perdemos (In Symb. $1).

11. Veja Caspari, Vol. III. pp. 28–161.

12. A última cláusula ocorre no texto Grego de Marcellus e no credo batismal de Antioquia (καὶ εἰς ἁμαρτιῶν ἄφειν καὶεἰς νεκρῶν ἀνάστασιν καὶ εἰς ζωὴν αἰώνιον). Veja Caspari, Vol. 1. pp. 83 sqq.

13. Heurtley diz (l.c.p.126): 'No curso do sétimo século o Credo parece ter se aproximado mais e mais perto, e mais e mais geralmente, à se conformar com a fórmula agora em uso; e antes de seu fechamento, instâncias ocorreram de credos virtualmente idênticos com esta fórmula. O mais antigo credo, contudo, que eu encontrei na prática e em todos os respeitos idêntico com ele, o de Pirminius, não ocorre até o oitavo século; e mesmo até o fim do oitavo, A.D. 785, há um exemplo destacável de credo, então em uso, que mantém muito das faltas na fórmula dos tempos anteriores, o Credo de Etherius Uxamensis'. As cópias mais velhas conhecidas de nosso presente textus receptus foram encontradas em manuscritos de trabalhos os quais não podem ser traçados além do oitavo ou nono século, a saber, em a 'Psalterium Græcum Gregorii Magni', preservado na Livraria do Corpus Christi College, Cambridge, e primeiramente publicado por Abp. Usher, 1647 (também por Heurtley, l.c.p. 82), e outro em 'Libellus Pirminii [que morreu em 758] de singulis libris canonicis scarapsus' (=collectus), publicado por Mabillon (Analecta, Tom. IV. p. 575). O primeiro contém o Credo em Latim e Grego (ambos, contudo, em letras romanas), dispostos em duas colunas paralelas; o segundo dá primeiro a lenda do Credo com os doze artigos atribuídos aos doze apóstolos, e então o Credo Latino como era usado no serviço batismal. Veja Heurtley, p.71.

14. O mesmo ponto de vista da origem do Credo Apostólico é mantido pelos últimos escritores do assunto, como Hahn, Heurtley, Caspari, Zöckler, Semisch. Zöckler diz (l.c.p.18): 'Das Apostolicum ist hinsichtlich seiner jetzigen Form sowohl nachapostolisch, als selbst nachaugustinisch, aber hinsichtlich seines Inhalts ist es nicht nur voraugustinisch, sondern ganz und gar apostolisch—in diesen einfachen Satz lässt die Summe der einschlägigen kritisch patristischen Forschungsergebnisse sich kurzerhand zusammendrängen. Und die Wahrheit dieses Satzes, soweit er die Apostolicität des Inhalts behauptet, lässt sich bezüglich jedes einzelnen Gliedes oder Sätzchens, die am spätesten hinzugekommenen nicht ausgenommen, mit gleicher Sicherheit erhärten'. Semisch traça os vários artigos, considerados separadamente, até o terceiro e segundo século, e a substância até o primeiro. Fr. Spanheim e Calvino fez o mesmo. Calvino diz: 'Neque mihi dubium est, quin a prima statim ecclesiæ origine, adeoque ab ipso Apostolorum seculo instar publicæ et omnium calculis receptæ confessionis obtinuerit' (Inst. lib. II. 100. 16, § 18). O argumento mais elaborado para a origem é dada por Caspari, que deriva o Credo da Ásia Menor no começo do segundo século (Vol.III.pp.1-161).

15. A discussão do Credo Apostólico entrou em um estágio de calorosa discussão depois da morte do Dr. Schaff, 1893. O trabalho de Kattnebusch, o mais extensivo e exaustivo no assunto, foi seguido por tratamentos das canetas de Harnack, Cremer, Zahn, Loofs, Kunze e outros na Alemanha, Burn e Badcock, 1930, na Inglaterra e McGiffert nos Estados Unidos. A fórmula batismal Romana antiga é levada por Harnack e Mirbt para 150 ou mais cedo, e por Kattenbusch e Zahn para 120 ou mais cedo. A.Seeberg achou as cláusulas nas escrituras do Novo Testamento e manteve que uma fórmula de credo foi usada nos tempos apostólicos. McGiffert, que foi seguido por Krüger, propôs a teoria que a fórmula foi uma resposta para as heresias de Marcião cerca de 160. Badcock se opõe à visão de Kattenbusch, Karnack, e Burn na origem do Credo Apostólico, baseando-se em parte no recentemente descoberto estudo de Ireneu, 'O ensino dos Apóstolos'. O renovado estudo do Credo Apostólico foi seguido por um novo estudo da doutrina do nascimento virginal de Cristo na visão da omissão da cláusula 'concebido pelo Espírito Santo' nas formas da Regra de Fé conhecidas por nós e o enunciado da antiga fórmula batismal romana, 'nascido do Espírito Santo e da Virgem Maria'. O mais recente estudo no nascimento virginal é de Machen, The Virgin Birth of Christ, N.Y.,1930. - Ed.

16. O Credo de Aquiléia tem, depois de Patrem omnipotentem, a adição: 'invisibilem et impassibilem', em oposição ao Sabelianismo e Patripassionismo. Os Credos Orientais inserem um antes de Deus. Marcellus omite Pai, e lê εἰς θεὸνπαντοκράτορα.

17. 'Creatorem cœli et terræ' aparece no Credo Apostólico no final do sétimo século, mas estava presente bem antes das regras de fé ante-Nicenas (Ireneu, Adv. hœr. 1. 100. 10, 1; Tertuliano, De vel. virg. 100. l, 'mundi conditorem'; De prœscr. hæret. 100. 13), no credo Niceno (ποιητὴν οὐρανοῦ καὶ γῆς, κ.τ.λ.), e todos os outros credos orientais, em oposição às escolas gnósticas, que faziam uma distinção entre o verdadeiro Deus e o Criador do mundo (o Demiurgo).

18. 'Qui natus est de Spiritu Sancto ex (ou et ) Maria virgine'.

19. 'Qui CONCEPTUS est de Spiritu Sancto, natus ex Maria virgine'. A distinção entre concepção e nascimento primeiro apareceu em Sermones de Tempore, falsamente atribuído a Agostinho.

20. 'Passus', talvez do Credo de Aquiléia (παθόντα, que aqui significa a crucificação). Em algumas formas 'crucifixus', em outras 'mortuus' é omitido.

21. Do Credo de Aquiléia: 'Descendit ad inferna', ou como o Credo Atanasiano diz, 'ad inferos', para os habitantes do mundo dos espíritos. Alguns credos orientais (arianos): κατέβη εἰς τὸν ᾅδην (também εἰς τὰ καταχθόνια,ou εἰς τὰ κατώτατα). Agostinho diz (Ep. 99, al. 164, §3) que somente descrentes negam 'fuisse apud inferos Christum'. Venantius Fortunatus, D.C. 570, que teve Rufino antes dele, inseriu a cláusula em seu credo. O próprio Rufino, contudo, o compreendeu errado por fazê-lo significar o mesmo que sepultado (§ 18: 'vis verbi eadem videtur esse in eo quod sepultus dicitur').

22. As adições 'Dei' e 'omnipotentis', feitas para conformar com o primeiro artigo, são traçadas até a versão espanhola do Credo como foi dada por Etherius Uxamensis (bispo de Osma), D.C 785, mas já ocorrido nos antigos credos gálicos. Veja Heurtley, pp. 60, 67.

23. 'Credo', em uso comum a partir do tempo de Petrus Chrysologus, d. 450. Mas E, sem repetição do verbo, é sem dúvida a forma primitiva, como cresceu imediatamente a partir da fórmula batismal, e dá uma expressão mais clara e mais próxima da doutrinha da Trindade.

24. 'Catholicam' (universal), de acordo com o Credo Niceno, e mais antigas formas orientais, foi recebido no credo latino antes do fim do quarto século (comp. Agostinho: De Fide et Symbolo, 100. 10). O termo católico, como aplicado à Igreja, ocorre primeiro nas Epístolas de Inácio (Ad Smyrnæos, cap. 8: ὥσπερ ὅπου ἂν ᾖ Χριστὸς Ἰησοῦς, ἐκεῖ ἡ καθολικὴ ἐκκλησία), no Martyrium Polycarpi (inscrição, e cap. 8: ἁπάσης τῆς κατὰ τὴν οἰκουμένην καθολικῆς ἐκκλησίας,comp. 100. 19), onde Cristo é chamado ποιμὴν τῆς κατὰ οἰκουμένην καθολικῆς ἐκκλησίας.

25. O artigo 'Commumionem sanctorum', desconhecido para Agostinho (Enchir. 100. 64, e Serm. 213), aparece primeiro nos 115o e 118o sermões De Tempore, falsamente atribuídos a ele. Não foi encontrado em qualquer dos credos Gregos e antigos credos Latinos. Veja nota de Pearson On the Creed, Art. IX. sub 'The Communion of Saints' (p. 525, ed. Dobson). Heurtley, p. 146, o traz para o final do oitavo século, desde que ele está faltando no Credo de Etherius, 785. Os mais antigos comentadores entenderam-no da comunhão com os santos no céu, mas mais tarde ele assumiu um significado mais amplo: a comunidade de todos os verdadeiros fiéis, vivos e mortos.

26. O credo Latino lê carnis, o Grego σαρκός,carne; a forma de Aquiléia hujuscarnis, desta carne (que é ainda mais realista, e quase materialista), 'ut possit caro vel pudica coronari, vel impudica puniri' (Rufino, § 43). Deve ser declarado, contudo, que há duas outras formas do Credo de Aquiléia dados por Walch (xxxiv. and xxxv.) e por Heurtley (pp. 30–32), que diferem do de Rufino, e são mais próximos da forma romana.

27. Algumas formas norte-africanas (das regiões de Cartago e Hipona) colocam o artigo da Igreja ao final, desta forma: 'vitam eternam per sanctam ecclesiam'. Outras: carnis resurrectionem in vitam æternam. O Credo Grego de Marcellus, que por outro lado concorda com a forma romana antiga, termina com ζωὴν αἰώνιον.

28. A velha forma romana tem somente onze artigos, a menos que o artigo 6 seja dividido em dois; enquanto que o texto recebido tem dezesseis artigos, se 'Criador dos céus e da terra', 'Ele desceu ao Hades', 'a comunhão dos santos' e 'a vida eterna' forem contados separadamente.

29. Pars prima, cap. 1, qu. 2 (Libri Symbolici Eccl. Cath., ed. Streitwolf and Klener, Tom. 1. p. 111): 'Quæ igitur primum Christiani homines tenere debent, illa sunt, quæ fidei duces, doctoresque sancti Apostoli, divino Spiritu afflati, duodecim Symboli articulis distinxerunt. Nam, cum mandatum a Domino accepissent, ut pro ipso legatione fungentes, in universum mundum proficiscerentur, atque omni creaturæ Evangelium prædicarent: Christianæ fidei formulam componendam censuerunt, ut scilicet id omnes sentirent ac dicerent, neque ulla essent inter eos schismata', etc. Ibid. qu. 3: 'Hanc autem Christianæ fidei et spei professionem a se compositam Apostoli Symbolum appellarunt; sive quia ex variis sententiis, quas singuli in commune contulerunt, conflata est; sive quia ea veluti nota, et tessera quandam uterentur, qua desertores et subintroductos falsos fratres, qui Evangelium adulterabant, ab iis, qui veræ Christi militiæ sacramento se obligarent, facile possent internoscere'.

30. Em seu Catecismo, Calvino diz que a fórmula da fé comum cristã é chamada symbolum apostolorum, quod vel ab ore apostolorum excepta fuerit, vel ex eorum scriptis fideliter collecta.

31. Dr. Nevin (l.c. p. 107), que por outro lado coloca a mais alta estima no Credo. Veja as tabelas comparativas do crescimento gradual do Credo no segundo volume de seu trabalho.

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Comentários  

 
0 #7 Credo ApostólicoGuia de Orações 24-06-2013 17:05
Ótima postagem, muito bom ler as origens e significados de algo tão importante para a fé católica. Espero ler muito mais textos tão bons quanto esse, abraço.
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+2 #6 Credo ApostolicoFrankmar Corrêa 13-10-2012 00:47
O Credo Apostolico ou Credo dos Apostolos é um bom resumo da Fé Cristã.
O Credo Apostolico tem Fundamento bíblico pois embora Não faça parte da Bíblia esse Credo foi baseado na Bíblia,especial mente nos ensinos dos Apostolos de Jesus.
Eu defendo que todas as Igrejas Evangelicas citem e usem o Credo dos Apostolos nos cultos na Igreja.
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+5 #5 GREGOAlessandro 27-04-2012 12:05
Manormando, o sr. já estudou história da Igreja?? Com certeza nao! Entao estude! O que você diz, você tem que provar...
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-6 #4 Credo.Manormando Mello 18-03-2012 01:29
O Credo,é para mim umas das maiores orações(preces) ,mas o Credo verdadeiro,este que os católicos usam,é uma farsa,no Credo verdadeiro não tem aquel parte que diz :creio na santa igreja católica,isto jé é uma forçação de barra,estão puxando a braza para as suas sardinhas,por isso e muito mais que o catalicismo está cada vez mais desacreditado,j á não impoem mais respeito como antigamente.Olha não tenho nada contra os católicos,relig ião é coisa inventda por homens,Deus não deixou nenhuma religião,mas sim IGREJA.("NANDO DE MELLO")
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0 #3 Quanto mais !Visitante 19-07-2011 15:49
caro moderador deste site,

Gostaria se for possível, que me envia-se os artigos ou onde encontrar todos os concílios da igreja romana.

Desde já, muito obrigad.
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+1 #2 RE: Credo Apostólico - Phillip SchaffVisitante 26-03-2011 21:31
Estou precisando e pesquisando para um trabalho o que vocês tiverem sobre o credo apostolólico e os comcilio denominado ecumenico caso tenha me informe por favo
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0 #1 RE: Credo Apostólico - Phillip SchaffVisitante 21-11-2010 19:46
Preciso desse estudo para a prova de teologia que terei.
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