<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
	<channel>
		<title>Maria, "cheia de graça"?</title>
		<description>Comente Maria, "cheia de graça"?</description>
		<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html</link>
		<lastBuildDate>Sun, 09 Aug 2026 20:08:17 +0000</lastBuildDate>
		<generator>JComments</generator>
		<atom:link href="http://e-cristianismo.com.br/component/jcomments/feed/com_k2/222.html" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<item>
			<title>Neilom diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-1747</link>
			<description><![CDATA[Olá Gustavo! Recentemente me deparei com estes comentários de um católico sobre este tema. O que você diria sobre estes comentários? Segue: "O termo correto aparece na saudação angélica a Maria é "κεχαριτωμένη" (Lc 1,28) que se lê: KEKHARITOMENE e se refere, sem sombra de dúvidas, a Maria. Os maiores linguistas são unânimes em afirmar o seu significado literal que é:"tu que foste e permaneces repleta do favor divino" (veja isso na nota "t" da Bíblia de Jerusalém). Este mesmo termo, com flexão masculina, aparece mais outra vez na Bíblia, no Antigo Testamento: "κεχαριτωμένῳ" (Eclesiástico 18, 17), e se refere a outro imaculado, o justo, que é o próprio Jesus. A expressão "pleres karito" aparece em Atos 6,8 que "Estevão estava cheio da graça e do poder...". No entanto, ocorre aqui algo similar: trata-se do adjetivo "pleres" (cheio) seguido do genitivo “charitos” (χαριτος) (de graça). "πλήρης χάριτος". O adjetivo reflete qualidades dos sujeitos, enquanto que os pronomes substituem ou identificam o sujeito em uma oração. Assim, existe uma diferença entre a palavra empregada para Maria e a empregada para Estêvão; no primeiro caso, implica um estado permanente de graça; no segundo, um estado de Estêvão naquele momento".]]></description>
			<dc:creator>Neilom</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 10:56:56 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-1747</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Gustavo diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-735</link>
			<description><![CDATA[Olá, Chico! Na verdade não estou "chovendo no molhado", por que eu estou respondendo aí a afirmação católica de que o prefixo e o sufixo desta palavra, de alguma forma, quer indicar o "cheia de". Ainda bem que você concorda comigo que o perfeito indica a ação concluída, e com isto concordo que Maria é considerada agraciada no momento que o anjo lhe fala... Mas o "cheio de" é por sua conta e risco. O escritor sagrado não quis dizer nada disto. Abraços.]]></description>
			<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 23:32:10 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-735</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Chico diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-727</link>
			<description><![CDATA[USANDO o verbo ir; Salve tu que vais (presente) estar cheia de graça indicando futuro ( o que notasse de cara que não é o que o anjo quis dizer) Salve tu que foste (passado) cheia de graça (também não é o que o anjo quis dizer) Agora vamos ao que o anjo realmente quis dizer "28.Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo." São Lucas, 1 Repare que o anjo não a chama de Maria e sim de cheia de graça, que dizer que ela é a própria cheia de graça e este estado ocorre de forma constante na vida de Maria]]></description>
			<dc:creator>Chico</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 16:40:02 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-727</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Chico diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-726</link>
			<description><![CDATA[Gustavo: “A ação ‘perfeita’ do particípio é considerada por ter sido completada antes do momento da fala daquele(a) que anuncia. Quanto tempo antes não é considerado, mas a idéia do grego verbal é a de que a ação já fora completada. O tempo é ainda secundário, porém, a ação concluída deve implicar o passado no relacionamento relativamente àquele que fala, ou seja, no momento em que o anjo deu a notícia a Maria, ela, na verdade, já ERA CHEIA DE GRAÇA. Vc está CHOVENDO NO MOLHADO QUANDO COLOCA ISSO :D (Rm 7:2) Porque a mulher casada está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido. Paulo não queria dizer com isto que a mulher casada esteve, está e estará ligada ao marido por todo o sempre. É CLARO QUE NÃO ESTÁ LIGADA PARA SEMPRE UMA VEZ QUE O TEXTO DIZ "enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido." "Pelo contexto, é mais natural concluir que o anjo estava falando do estado atual de Maria". ESSA AQUI DOÍ]]></description>
			<dc:creator>Chico</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 16:24:40 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-726</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Luiz diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-722</link>
			<description><![CDATA[Olá Edu Boa tarde Primeiramente eu não acho que a intelectualidade seja desnecessária pois o artigo que o Gustavo escreveu é de muita utilidade e tem informações realmente importantes. A intelectualidade não se opõe à compreensão da Religião Cristã. O correto entendimento da palavra kecharitomente que é Agraciada na verdade não é para tentar divinizar ou endeusar Maria mas sim apresenta-lá como ela realmente é, e é lógico que ela recebeu sim a Graça de Deus e tal Graça agiu nela de maneira ímpar e singular. Continua sim, sendo um favor imerecido mas devemos observar como essa Graça agiu em Maria, e portanto é bastante plausível pensar que essa Graça pela Providência Divina evitou que o pecado atingisse Maria, e isso não nega o fato da Graça ser dada a pecadores pois a Graça é dada a seres pessoais i.e seres criados portanto finitos e no caso dos seres humanos que nascem em pecado pois a Graça não entra no pecado mas em seres pessoais, então entra no ser humano que tem pecado para agir nele então a relação não é entre Graça e pecado diretamente mas entre Graça e seres pessoais em pecado ou no caso de Maria como ela nasceu quando o pecado já estava no mundo (depois da queda), ela sim estaria propensa a ter pecado nela sem dúvida e de uma maneira geral a Graça age no ser humano em pecado mas é bastante lógico pensar que a Graça, já que a mesma age em seres pessoais, possa ter evitado que o pecado entrasse em Maria e também tem a questão da Graça entrar no ser humano assim como o pecado, e no caso de Maria a Graça evitar que o pecado entre em um ser pessoal então temos a questão da entrada ou seja da entrada do pecado em seres pessoais, da Graça em seres pessoais e de evitar que o pecado entre em um ser pessoal, então observamos a questões da relação entre Graça e ser humano e a entrada de aspectos impessoais em seres pessoais e o foco é a ação de Deus (Ser Pessoal) em seres humanos (seres pessoais) com aspectos impessoais. Maria era e é um ser humano portanto finita, logo nunca foi, não é e nunca será Deusa e prescisa sim da Graça Santificante até mesmo para evitar que o pecado a atingisse e mesmo nesse sentido continua sendo um favor imerecido pois ela como um ser criado depende sim da ação Divina. Então a Graça é um favor imerecido que atua em seres pessoais e precisamente pelo fato dela ser um ser humano o pecado existe em seres pessoais logo antes do pecado temos um ser pessoal. O favor imerecido vem de Deus e pode sim ter agido de maneira diferente em Maria. A Graça que é impessoal e vem de Deus que é um Ser Pessoal e atua por causa do pecado que é impessoal em seres pessoais e portanto é possível que evite que o pecado tivesse entrado em Maria pois sendo a Graça impessoal não é a mesma que define como atua mas sim Deus. Quando um ser humano aceita Jesus como Único e Suficiente Senhor e Salvador a Graça entra naturalmente no ser humano e participa da vida do mesmo e estando o ser humano já em pecado e em Maria tal Graça além de ter evitado de o pecado entrar nela continuaria agindo nela mantendo ela Imaculada e tal condição de Imaculada faria parte da pessoa dela e isso a diferenciara dos outros crentes no Senhor. O fato de Maria chamar Jesus de Salvador é algo muito natural e perfeitamente aceitável ou seja ela reconhece que a Graça agiu na vida dela e observemos que ela reconhece algo que já existia nela, na pessoa dela pois ela sendo um ser humano e serva do Altíssimo reconhece a ação de Deus na vida dela pois a salvação de Deus agiu de forma ímpar na vida de Maria da mesma forma que a Graça. O reconhecimento de Maria na oração de Lucas 1:46-55 não necessariamente nega o fato dela pode ter sido Imaculada apenas apresenta o reconhecimento da Graça de Deus na vida dela, pois em Lucas 1:47 ela admite que Deus é o Salvador dela e observemos que são usadas as palavras alma ( Lucas 1:46) e espírito (Lucas 1:47) para indicar ela como um todo corroborando com Lucas 1:28 onde a palavra kecharitomene entra exatamente na pessoa dela, ou seja na totalidade dela e isso aponta para como a Graça agiu nela. Porém pode-se argumentar que Deus quer que a Graça atue em seres pecadores, e aí vem a pergunta: A Graça atua em seres pessoais pecadores ou em seres pessoais que o pecado pode entrar? A questão aqui é entre seres pessoais e o pecado e não necessariamente no pecado que já atua dentro dos seres pessoais, então a Graça só pode vir de um Ser Pessoal e o pecado só atua em seres pessoais assim como a Graça, por isso a relação é entre Graça e seres pessoais em pecado ou como já foi escrito anteriormente no caso específico de Maria com a possibilidade real dela ter nascido em pecado, e a Graça naturalmente é superior ao pecado por isso Deus que é superior aos seres criados e logicamente ao pecado e até mesmo à Graça dEle decide como a Graça vai atuar. E o caso de Maria foi algo bem específico pois a missão dela foi única e embora possa se argumentar que todos os crentes no Senhor tem uma missão específica o que é verdade mas devemos ver como tais missões acontecem nas vidas dos crentes do Senhor não só pelo que está escrito mas pelo que está corretamente compreendido no que está escrito pela ação de Deus nos crentes e na Santa Igreja Cristã . Jesus teve uma missão e os cristãos entendem tal missão então somente argumentar que cada crente tem uma missão não é suficiente se faz necessário entender como efetivamente Deus age na vida dos crentes no Senhor nessas missões . Em Lucas 1:30 a Bíblia apresenta que a Graça já estava em Maria e isso já indica uma particularidade na pessoa dela para uma missão não só específica mas importantíssima no plano de salvação a saber ela ter em seu ventre Jesus Plenamente Divino e Plenamente Humano. Um abraço Luiz]]></description>
			<dc:creator>Luiz</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 16:28:19 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-722</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Edu diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-691</link>
			<description><![CDATA[Mesmo na minha ignorância, penso que toda essa intelectualidade é desnecessário pelo fato da palavra 'graça', dada pelo católica a querer "divinizar" Maria é completamente descabida. Pela minha ignorância, o pouco que estudei, diz que a palavra 'graça' no sentido natural da palavra e no sentido teológico, é algo dado imerecidamente. No sentido teológico, Deus dá graça mesmo nós não merecendo. A graça está relacionada aos pecadores. Então se é dado graça a Maria o nascer nela o Messias, se refere que mesmo ela não merecendo ser mãe de Jesus, pela graça de Deus a ela foi concedido. Além do mais Maria chama a Jesus de salvador dela. Pronto, tem que ter muito malabarismo teológico para acreditar a divindade de idólatra a Maria.]]></description>
			<dc:creator>Edu</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 13:34:13 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-691</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Luiz diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-236</link>
			<description><![CDATA[Olá Gustavo Boa tarde Peço desculpas pois no meu comentário do dia 28/05/2016 antes do comentário eu realmente esqueci de colocar a saudação de sempre que é: Olá Gustavo e Bom dia, boa tarde ou boa noite ou seja eu fui direto escrevendo o comentário. Um grande abraço e felicidades Luiz]]></description>
			<dc:creator>Luiz</dc:creator>
			<pubDate>Sun, 17 Jul 2016 20:27:28 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-236</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Luiz diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-198</link>
			<description><![CDATA[Entendendo que a melhor tradução para a palavra kecharitomene é agraciada devemos ter em mente se a melhor tradução aponta para a melhor compreensão. E é claro que o esforço para se demonstrar a melhor tradução é correto e louvável pois a melhor tradução, no meu entender tem por objetivo levar o leitor ou leitora a captar o que realmente a mensagem quer passar. Bem, considerando que Maria foi chamada de agraciada por ter sido escolhida para ser a mãe de Jesus e isso sem dúvida por si só é algo magnífico então podemos perguntar se Maria foi agraciada pelo fato de ser a mãe de Jesus ou foi a mãe de Jesus por que era agraciada? Na verdade não são dois raciocínios excludentes mas sim complementares. Considerando que Maria foi chamada de agraciada pelo fato de ser a mãe de Jesus então ela só teve a Graça a partir do exato momento que Jesus estava no ventre dela então antes ela não tinha Graça nenhuma? Ou tinha uma Graça que prescisou ser substituída por uma Graça de digamos assim de maior intensidade? É correto sim entender que a Graça foi concedida por Deus e que Maria serviu de instrumento para o nascimento de Jesus e que isso sem dúvida a torna agraciada porém para ela ser considerada agraciada obviamente ela tem que ter Graça nela pois ficaria sem sentido ela ser chamada de agraciada sem ter efetivamente a Graça então em algum momento ela recebeu a Graça de Deus ou seja o anjo expressou um fato que era real na vida de Maria ou seja que ela era agraciada. Em Lucas 1:46-55 Maria faz um oração e assim como o anjo proferiu as palavras Maria também proferiu palavras num ato que mostra a alegria e fala do Poder de Deus uma manifestação add Graça nela. Será que existe alguma dúvida que Maria era Cheia de Graça mesmo a palavra significando agraciada? Não só Maria mas todos os crentes no Senhor o que acontece é como a Graça agiu nela. O argumento em relação as gerações lembrarem de Maria como serva e ter sido a mãe de Jesus é correto e é importante também lembrar como Deus agiu nela i.e. como a Graça de Deus agiu para que ela fosse a mãe de Jesus, o que sustenta a lembrança será o que Deus realizou por meio de Maria que significa Jesus ter vindo ao mundo. A palavra kecahritomene entrou exatamente na pessoa de Maria diferente de Estevão que foi uma referência a ele conforme Atos 6:8 onde primeiro aparece o nome de Estevão e depois a expressão fazendo referência a ele ou seja um nome próprio ( Estevão ) e a expressão “cheio de graça e poder,” estão separadas e isso indica como a Graça atuou em cada um deles. Lembrando que tanto Maria quanto Estevão assim também como Paulo e outros cristãos cristãs estavam cheios de graça. Em Atos 6:5 está escrito que Estevão é cheio do Espírito Santo e em Atos 6:8 que Estevão fazia “fazia prodígios e grandes sinais” assim como Paulo e Barnabé em Atos 15:12 e em Atos 11:22-24 fala que Barnabé era Cheio do Espirito Santo e em Atos 13:9 fala que Paulo era Cheio do Espirito Santo então em relação aos três santos no Senhor a Bíblia relata que eles faziam “ sinais e prodígios” e eram Cheios do Espírito Santo e no caso de Maria apesar do nome dela ser citada no versículo 27 pois foi para identifica-la pois foi a primeira citação do nome dela e a partir daí começa o relato e na sequência no versículo 28 a mensagem é diretamente direcionada à Maria ou seja a palavra entrou exatamente na pessoa dela só ele é chamada de agraciada. Um grande abraço Luiz]]></description>
			<dc:creator>Luiz</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 28 May 2016 21:59:08 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-198</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Evaldo diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-43</link>
			<description><![CDATA[Veja uma resposta de nossos irmãos. http://blogfirmefundamento.blogspot.com/2015/10/a-irregularidade-do-catolicismo-romano.html]]></description>
			<dc:creator>Evaldo</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 23:00:13 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-43</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Gustavo diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-41</link>
			<description><![CDATA[Olá, Evaldo. É um texto bem extenso, e que tenta dar uma solução para a tradução, que não segue nenhuma gramática grega. Por que se o autor seguisse uma gramática grega, ele veria exatamente o que expliquei acima: que a forma kecharitomene é como o partícipio perfeito do verbo charitoo é formado. Isto não tem nada a ver com uma palavra híbrida, como o autor tenta alegar. Ora, os exemplos que ele usa para fundamentar sua argumentação são completamente sem sentido. Por exemplo, para "provar" que KE é uma partícula que transforma o verbo em "particípio pretérito", ele cita Mateus 14:19, que nos traz a forma verbal κελευσας. Então ele conclui este é formado por κε + λευσας... Mas estamos aqui falando do verbo κελεύω, cujo radical JÁ POSSUI KE. O autor está, portanto, tentando enganar seus leitores. Temos o mesmo em sua análise da terminação menh. Ele usa como exemplo o texto de João 15:16, que emprega μενη, que é um presente ativo do subjuntivo. Mas o menh que está no final dos verbos no particípio são na verdade apenas sufixos que indicam a voz do verbo, no caso, o passivo ou o médio. Basicamente o que eu escrevi acima já dá uma explicação gramatical sobre o termo e sobre as questões envolvidas na tradução desta palavra. Só achei interessante a citação de Eclesiástico 18:17. O termo se tornou tão importante na teologia católica que o texto de Eclesiástico se torna messiânico para não diminuir o que é dito de Maria mais tarde. Não é resultado de uma análise do contexto. E desta forma o católico destrói o contexto onde estas palavras estão inseridas, que é o de ensinar as pessoas como presentear outros. Abraços.]]></description>
			<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 01:07:03 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-41</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Evaldo Mendonça diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-40</link>
			<description><![CDATA[Paz em Cristo. Irmão, necessitamos de sua ajuda para refutar os comentários de um católico conforme abaixo, que foram apresentados em um grupo de debates. Você é nossa referência em Grego, portanto contamos com a sua ajuda, para instruir corretamente aos irmãos na fé. 1.0. O TERMO (CHARITOÓ) É IMPRECISO, POR ISSO, O EVANGELISTA UTILIZA UM HIBRIDISMO (κε*χαριτω*μενη), PARA QUE TODOS ENTENDESSEM A DIMENSÃO EXTRAORDINÁRIA DA GRAÇA DE DEUS EM MARIA). κεχαριτωμενη, que é uma palavra composta morfologicamente em DERIVAÇÃO PARASSINTÉTICA HÍBRIDA. Parassintetismo é uma palavra que possui, ao mesmo tempo, um prefixo (ke) e um sufixo (menh) circundando em seu radical (núcleo - charitoó), sendo estes dois acréscimos, necessários para demonstração do tempo, intensidade e a potência. Isso era muito comum no koiné, dada a influência do semitismo linguístico. Esta palavra, assim, possui prefixo – “ke”; radical ou raiz – charitoó; e o sufixo - menh. Daí já se percebe, que o hagiógrafo São Lucas, teve o claro cuidado e zelo em especificar uma diferenciada, diferida e especialíssima na condição da Graça em torno da Santíssima. 1.1. Exemplo de Hibridismo Linguístico na Biblia: II. Tess. 1, 3: S> Paulo inicia o texto: "deveriamos sempre dar graças (Εὐχαριστεῖν eucharistein) a Deus por vós" A palavra graça Εὐχαριστεῖν é a fusão - EuXAristeo (UE = "bom" Xaris = "graça") ou seja, a Graça no sentido de Bondade de Deus. Usou-se este termo, pois não havia outro para expressar a Graça, no sentido de Bondade. Carvalho Fabiano. Portanto, sem fundamento a alegação do Evaldo Junior, que não havia hibridismo no grego kolné. ( Fonte Lexico - Paulus, textos espistolares e expressões semitistas) 2.0. A melhor tradução da palavra κεχαριτωμενη em S. Lucas 1, 28, seria “agraciada” ou “cheia de graça”? Diz o texto: No grego: “28 καὶ εἰσελθὼν πρὸς αὐτὴν εἶπεν: χαῖρε (κεχαριτωμένη) ὁ κύριος μετὰ σοῦ.” A palavra Agraciada, adjetivo daquele que comunga na Graça (χάρις) no grego koiné, é um termo impreciso, que tanto pode indicar apenas um instante, para sempre, ou por longo período ou qualquer período no tempo, presente, futuro ou passado. Adjetivo é uma classe gramatical que atribui uma qualidade ao sujeito ou ao objeto, sendo que quando opera no sujeito, torna-se um atributo personalíssimo (intuite persona), e assim, quando predicamos de modo genérico alguém como titular da Graça (favor, benção, recompensa), não poderíamos dimensionar o tempo, alcance e a qualidade da Graça empregada, ficando a adjetivação vaga, abstrata e imprecisa. Adjetivos aplicados de modo amplo são indefinidos nos vetores tempo; intensidade e potência. Se alguém é “agraciado, surge a necessário esclarecer: 1) QUANDO? – no passado, presente, futuro ou nos três tempos básicos? 2) COMO? – em que circunstância potencial ou consequencial? ou ainda; 3) em qual INTENSIDADE? – se agraciado por completo, incompleto, ou mais que completo? Porquanto, uma tradução rasa, simplista e econômica para “κεχαριτωμενη” teria necessariamente que abrir lacunas geradas sobre as condições em que essa Graça surge e se desenvolve no indivíduo. 4.0. EXEMPLOS NA BIBLIA DO PREFIXO 'KE USADO NO PARTICÍPIO DO PRETÉRITO: São Mateus 14:19 Como dito, o particípio do pretérito, que leva os verbos as terminações “ido(a) ou ado(a) levando a ação do presente até um tempo passado. Alguns exemplos na Bíblia: a) E,tendo MANDADO que a multidão se assentasse sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões. (κε)λεύσας[keleúsas] Aoristo no Particípio do Pretérito; b)Ordena, pois, que o sepulcro seja GUARDADO com segurança até ao terceiro dia, para não suceder que, vindo os discípulos, o roubem e depois digam ao povo: Ressuscitou dos mortos; e será o último embuste pior que o primeiro.. κέλευσον[keleuson] Aoristo Imperativo Ativo, 2ª sing c) Atos 4:15 E,MANDADO-os sair do Sinédrio, consultavam entre si, κελεύσαντες[keleúsantes] Aoristo Particípio do Pretérito. 5.0. O PREFIXO “KE” RETIRA A AÇÃO DO VERBO Charitóo dO PRESENTE, LEVANDO-O AO PARTICÍPIO DO PRETÉRITO. O texto em S. Lucas, traz S. Maria como objeto e Deus Pai como sujeito (ela é dotada de Graça – agente da passiva) e ele o sujeito (agente ativo). Nesse contexto, temos então o termo prefixal “ke” usado dentro do particípio do pretérito, vez que a ação de Deus não estava se realizando - Maria sendo agraciada no momento; mas já estava realizada (“agraciada”) já está no particípio do pretérito, que leva os verbos as terminações “ido(a) ou ado(a)” Sendo que o particípio do pretérito traz a ação do pretérito até o tempo presente, mesmo “agraciada” identificaria a Graça na qual foi investida Maria até o limite máximo num tempo pretérito, ou seja, desde o seu nascimento.Temos então, que até mesmo o próprio termo agraciada, já decorreria de uma AMPLIAÇÃO DO LIMITE TEMPORAL da Graça em Maria. 6.0. JÁ O SUFIXO MENH (MENO) - (ke) charitoó (MENO), INDICA UMA AÇÃO CONTINUATIVA, UMA GRAÇA ININTERRUPTA NO PASSADO, E QUE PERMANECERÁ PARA TODO O TEMPO FUTURO. O sufixo menh ( men-o ou meno), no grego koiné, traz a noção de uma ação positiva (potência), que expressa uma relação fática de trato sucesso, ou seja, que já existia no pretérito, e continuará existindo definitivamente (ad perpetum) no futuro. Uma condição de permanência ( ficar) de modo inalterado: Vejamos: "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que FIQUE ETERNAMENTE convosco. kai egw erwthsw ton patera kai allon paraklhton dwsei umin ina *MENH meq umwn eiV ton aiwna (São João 14, 16) " "Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA. Eu assim vos constituí, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda. " uc umeiV me exelexasqe all egw exelexamhn umaV kai eqhka umaV ina umeiV upaghte kai karpon ferhte kai o karpoV umwn *MENH ina o ti an aithshte ton patera en tw onomati mou dw umin (São João 15, 16) Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que SERÃO (EM SENTIDO PERMANENTE) considerados como descendentes. mhpw gar gennhqentwn mhde praxantwn ti agaqon h kakon ina h kat ekloghn tou qeou proqesiV *MENH ouk ex ergwn all ek tou kalountoV (Romanos 9, 11) 7.0.PALAVRA HIBRIDA NÃO REQUER TRADUÇÃO LITERAL, MAS SEMÂNTICA. NÃO É KEKARITOMENE (S. LUCAS 1, 28) X KEKARITOMENO (ECLO 18, 17); MAS KEKARITOMENE = KEKARITOMENO. O verbo agraciar (charitóo) TAMBÉM É ENTENDIDO NO ÂMBITO DA BONDADE E DA JUSTIÇA. Como já explicado, o grego koiné é dialeto eivado de HIBRIDISMO. Nas palavras híbridas, a mensagem no contexto do texto – (entendimento sincrônico com a ideia do autor), se sobrepõe a interpretação rígida ou LITERALIDADE. Ex. No inglês: Grand (maior) Father (pai)= Grandfather que significa e se traduz apenas por Avô. Ninguém traduz LITERALMENTE Grandfather para “Grande Pai” ou “Pai maior,” mas Avô. Outro exemplo, agora no grego: (II Tess. 1, 3): Sentimo-nos na obrigação de incessantemente DAR GRAÇAS A DEUS a respeito de vós, irmãos. Aliás, com muita razão, visto que a vossa fé vai progredindo sempre mais e desenvolvendo-se a caridade que tendes uns para com os outros. No grego, temos: “EUCARISTEIN ofeilomen tw qew pantote peri umwn adelfoi kaqwV axion estin oti uperauxanei h pistiV umwn kai pleonazei h agaph enoV ekastou pantwn umwn eiV allhlouV”plo No texto, o termo "sempre dar graças (Εὐχαριστεῖν eucharistein)" é a fusão das palavras EuXAristeo (UE = "bondade" + Xaris = "graça") ou seja, a Graça no sentido agradecer a Deus por Bondade. Usou-se este termo, pois não havia outro para expressar a Graça neste no sentido. Dar Graças, Agradecer pela Bonde, é portanto, representado no termo híbrido EUCARISTEIN 8.0. O HIBRIDISMO TAMBÉM EM ECLESIÁSTICO 17-18, FOI PARA SE REFERIR A GRAÇA DE CRISTO COMO JUSTIÇA – EM S. LUCAS 1, 28, REFERE-SE A GRAÇA DE DEUS COMO PERFEIÇÃO, INFUSA EM MARIA. AMBOS EXPRESSAM UMA GRAÇA PLENA, EXTRAORDINÁRIA E INCOMUM. Em Eclesiástico o autor do se refere a Deus/Cristo como único Justo (JUSTIÇA INATA, INCONGRUA, NÃO RECEBIDA DE TERCEIRO, MAS EM ESSÊNCIA DO PRÓPRIO SER) “O Eterno tudo criou sem exceção, só o Senhor será considerado justo. Ele é o rei invencível que permanece para sempre. A doçura das palavras não prevalece sobre a própria dádiva? Mas uma e outra coisa se encontram NO HOMEM JUSTO. (Eclo 17, 1 e 18)” Quisesse se referir a UM JUSTO QUALQUER, E NÃO AO HOMEM DEUS ENCARNADO, usaria-se a palavra “Dikaioó (δικαιόω). Entretanto, opta o autor para justo, o uso da palavra Kekaritomeno (variando o “meno” no gênero masculino). É a mesma palavra usada em relação a Santíssima, só que dentro da ideia que o cap. 18 de Eclesiástico quer ensinar, ou seja, Justiça Divina. E a JUSTIÇA DE DEUS NÃO É UMA JUSTIÇA COMUM, MAS INCOMUM, provinda da GRAÇA. Isso explica o uso deste termo híbrido (ke) charitoó=Graça em sentido Justiça e (menh=meno), PARA COLOCAR ESSA GRAÇA NO SUPERLATIVO, TIRANDO-A DO COTIDIANO, DA ZONA DO COMUM. O prefixo ke, no participio pretério traz a Justiça de Deus desde tempo passado (da Criação) até o presente e o sufixo “menh=meno”, como já explicado, torna essa Justiça PERMANENTE para o tempo vindouro. Então, literalmente, poderia se dizer que a Justiça do Cristo foi, é, e permanecerá sempre JUSTA, PLENA E ABUNDANTE no tempo, intensidade e potência. Assim como a Graça em sentido de Justiça identificada em Cristo, é a Graça em perfeição infusa (in Condigno) em relação a SS. Maria, (incomum), sendo as duas Graças PLENAS. AS ÚNICAS VEZES QUE A PALAVRA kekaritomene FOI USADA, era PARA SE REFERIR A GRAÇA DA JUSTIÇA DIVINA E A PERFEIÇÃO INFUSA NA SANTÍSSIMA. SÓ ISSO MOSTRA QU ECLESIÁSTICO CONFIRMA A GRAÇA DE MARIA EM PLENITUDE E INCOMUM, E JÁ REFUTA POR COMPLETO O POST, 9.0 O CHEIA DE MARIA (KEKARITOMENE) É DIFERENTE DO“CHEIO” DE S. ISABEL E S. JOÃO BATISTA (PIMPLÉMI). Embora atinjam a noção fartura, essas locuções se distinguem em DIMENSÃO. Pimplémi(παιδεύσῃς/eplhsqhsan/plhsqhsetai/plhsqh), demonstra o estado Espiritual em que ficou ISABEL com a visita da Santíssima. No koiné significa algo que é completado durante o seu curso, e não algo que já completo desde sua origem. É o termo usado para uma certa abundância, em “momento específico” ou na “fração do tempo” em que se completa, se torna cheio.” “Salmo 37, 8: INTEIRAMENTE inflamados os meus rins; não há parte sã em minha carne. “oti ai yuai mou EPLHSQHSAN empaigmwn kai ouk estin iasiV en th sarki mou” Embora em essência (substância interior), se indique inflamações em todo corpo, não significa plenitude Dimensional, (larga abrangência em tempo e espaço), porque evidencia situação transitória, momentânea. “Inteiramente inflamado” não implica que todo CORPO FOI DESDE O COMEÇO, E FICOU PARA SEMPRE” inflamado, havendo prováveis variantes. Quando S. Lucas, no capítulo 1, utiliza “pimplémi” para descrever que [...] Isabel FICOU “CHEIA” do Espírito Santo; - foi pra deixar claro que ali não havia a plenitude dimensional, pois não “era desde sempre; e nem se tornou daí pra frente” Cheia do Espírito Santo. S. Lucas 1, 41: “kai egeneto wV hkousen h elisabet ton aspasmon thV mariaV eskirthsen to brefoV en th koilia authV kai EPLHSQH pneumatoV agiou h elisabet)” Já no versículo 25, 1, Isabel exclama: “Graça ME “FEZ” o Senhor.” O termo “fez” no grego está “uti” (πνεύματος “ἁγίου” ἡ ἐλισάβετ), levando o verbo “Fazer” ao presente do indicativo, esclarecendo que a ação em S. Isabel, NUNCA FOI NO PARTICÍPIO PRETÉRIO (KE), NEM NO FUTURO CONTÍNUO (MENH). Cheia naquele episódio pontual. Pimplémi não foi empregada a Ssa, para demonstrar CLARAMENTE que o “cheia” de Isabel diferenciava do “Cheia” da Santíssima. Portanto, o cheia de S. Isabel significa abundância relativa (NÃO PLENA), abundância que não vem desde sua origem. mas que se completará no curso progressivo. Também o mesmo termo foi usado para S. João Batista, como “cheio” do Espírito Santo. SS. Maria foi cheia desde a origem (CONCEPÇÃO), já que sua condição é narrada no particípio pretérito (ke), e no futuro do presente, em trato contínuo (menh). Mas em contrário, S. João Batista se torna cheio do Espírito, desde o ventre de Isabel, tendo Evangelista ESPECIFICADO O MOMENTO EM QUE ELE SE ENCHEU NO VENTRE MATERNO: porque será grande diante do Senhor e não beberá vinho nem cerveja, e desde o ventre de sua mãe será cheio do Espírito Santo [...] ISABEL OUVIU A SAUDAÇÃO DE MARIA, A CRIANÇA ESTREMECEU NO SEU SEIO; E ISABEL FICOU CHEIA DO ESPÍRITO SANTO. (S. Lucas 1, 15 e 41) Isto explica o uso de uma mesma palavra (pimplémi), tanto para S.Isabel quanto para S. João, demonstrando que ambos NÃO ERAM EM PLENITUDE MÁXIMA, E QUE SE ENCHERAM NO MESMO MOMENTO. 10.A GRAÇA DE MARIA (KEKARITOMENE) DIFERE DO CHEIO DE GRAÇA DE ESTEVÃO (PLÉRÉS CHARITOÓ). PLÉRÉS USADA PARA CRISTO TEM SENTIDO ESPECIAL. Plerés e Pimpléme no koiné são Sinônimos. (plhrhV/προσετέθη). Plérés indica algo cheio em quantidade, mais que também se realiza progressivamente, em situações específicas e momentâneas, não sendo uma abundância completa, PLENA desde todo tempo. “Gênesis 24-8: E entregou sua alma, morrendo numa ditosa velhice, em idade avançada e CHEIO DE DIAS, e foi unir-se aos seus. - “kai eklipwn apeqanen abraam en ghrei kalw presbuthV kai PLHRHV hmerwn kai proseteqh proV ton laon autou” O versículo diz que Abraão teve muitos (abundantes) dias de vida enquanto viveu, MAS ele NÃO NASCEU CHEIO DE DIAS” (quando nascemos temos apenas um único dia, óbvio). ELE FOI SE ENCHENDO DE DIAS, PROGRESSIVAMENTE, NA MEDIDA EM QUE VIVIA. Logo, plérés não indica algo já completo, pleno de uma só vez, mas uma ação que vai se completando no futuro, diferenciando da condição de plenitude da Graça, presente na Virgem. “(Atos 6, 5): Este parecer agradou a toda a reunião. Escolheram ESTÊVÃO, HOMEM CHEIO de fé e do Espírito Santo; Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia No grego: “kai hresen o logoV enwpion pantoV tou plhqouV kai exelexanto STEFANON ANDRA PLHRH pistewV kai pneumatoV agiou kai filippon kai procoron kai nikanora kai timwna kai parmenan kai nikolaon proshluton antiocea O cheio de Estevão era incompleto, e se enchia de modo progressivo. No entanto, confusões surgem nos protestantes, pelo fato do Evangelista também ter usado a palavra plérés em relação a Cristo Cheio do Espírito Santo: CHEIO do Espírito Santo, voltou Jesus do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto. (S. Lucas, 4-1). No grego: “ihsouV de pneumatoV agiou PLHRHV upestreyen apo tou iordanou kai hgeto en tw pneumati eiV thn erhmon” Lógico que Cristo não se enchia do Espírito Santo, nem o Espírito Santo ia lhe completando progressivamente, porque Cristo é Deus, e o Espírito Santo, uma das suas pessoas trinitárias que já estão contidas em sua essência. Esse versículo foi inserido dentro de uma INTEPRETAÇÃO SISTÊMICA, ou seja, dentro do contexto da ideia, não sendo bastante para compreensão apenas a interpretação literal, idiomática. O verso que completa o plérés em Cristo, em sentido exegético (alcance da ideia do escritor)está também em S. Lucas também: “O menino ia crescendo e se fortificava: ESTAVA CHEIO DE SABEDORIA, E A GRAÇA DE DEUS REPOUSAVA nele. (S. Lucas 2, 40) – Essa é a tradução exata. No grego: “paidion huxanen kai ekrataiouto pneumati PLHROUMENON sofiaV kai cariV qeou hn ep auto” Temos aqui outra palavra composta: plérés + menh = plhroumenon. O sufixo *menh também compõe a palavra KekaritoMENO = ke + charitoó + menh, e como já explicado anteriormente, o sufixo “menh”, torna o CHEIO (plérés) DE CRISTO PERMANENTE, de trato contínuo, indicando situação preexistinte (verbos no particípio pretérito – estava; repousava), e que continuará, definitivamente no futuro. Logo, o CHEIO de Cristo É DIFERENTE DO CHEIO DE S. ESTEVÃO, apesar do hagiógrafo ter usado a mesma palavra (plérés), sendo certo que usou a combibação desses dois versículos, para explicar PLENITUDE da Graça de Cristo, como usou “kekaritomene” para a plenitude da Graça na Ssa. (Lexico FRIBERG, ANALYTICAL GREEK LEXICON e Lexico RUSCONI -PAULUS)" 10.1 Por fim, resta explicado porque o termo "kekaritomene" e o não uso dos termos "pimplemi e plérés" para a Ssa. Pimplemi indica uma graça incompleta e momentânea. Pléres, usado pra Cristo dentro do contexto indica Graça e ES em plenitude, mas usado para uma criatura, por mais perfeita que seja como SSa. teria o mesmo significado de enchimento incompleto.]]></description>
			<dc:creator>Evaldo Mendonça</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 12 Oct 2015 16:42:11 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-40</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Luiz diz:</title>
			<link>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-22</link>
			<description><![CDATA[Olá Gustavo Boa tarde Primeiramente gostaria de parabenizá-lo pelo excelente texto. Entendendo que Maria foi agraciada pois Deus colocou nela a Sua Graça possibilitando assim a ela ser altamente favorecida por este ato santo de Deus o termo “agraciada” então nos leva a crer que precisamente por causa disso ela tinha uma graça plena e na verdade poderia estar “cheia de graça” pois a graça de Deus não vem por etapas ou medidas mas de forma completa conforme João 3:34 e é interessante que nessa passagem fala do Espírito Santo e não da Graça porém um crente enquanto membro do Corpo de Cristo tem tanto Graça logo é cheio ou cheia de graça e é cheio do Espírito Santo também e uma outra passagem interessante é Atos 4:33 então a questão é como tal graça agiu em Maria e nos demais crentes. Em Lucas 1:35 fala da Santíssima Trindade pois menciona o Santo Deus Espírito Santo o Santo Deus Pai ao usar a palavra “Altíssimo” e o Santo Deus Filho ou seja a menção das 3 Santas Pessoas agindo em Maria já indica uma particularidade no ato de Deus por isso que a questão de como Deus agiu nela é importante observar que é o fato de Maria ter em seu ventre Jesus e reparem que em Lucas 1:11,13,18-19 mostra um anjo falando com um homem o anjo não falou direto para Isabel mas com Maria foi diferente ou seja o anjo falou diretamente com ela e a palavra κεχαριτωμενη é usada justamente na pessoa de Maria ou seja a pessoa de Maria foi identificada com “cheia de graça” ou “agraciada” e em Mateus 1:18 , 20 em Lucas 1:35 fala da ação do Espírito Santo no santo evento e reparem que a palavra Espírito Santo se referindo a Maria ter Jesus aparece 3 vezes apontando assim para a Santíssima Trindade e também pelo fato de se usar a palavra Espírito Santo indica a santa ação da Santíssima Terceira Pessoa. É interessante também e oportuno entender que a Bíblia mostra muitas vezes a expressão “cheios do Espírito Santo” e sendo ele um Ser Pessoal e a Graça algo não pessoal então se os crentes são cheio do Espírito Santo muito mais serão cheios de graça e as passagens que falam de Maria e sua relação como o Espírito Santo no santo ato de ter Jesus em seu ventre mostram a ação em harmonia do Deus Espírito Santo de uma forma bem específica e isso pode demonstrar a ação única e especial dEle em Maria possibilitando inclusive a ação da Graça em Maria ser de uma forma totalmente especial. Em Lucas 1:41 Isabel ficou “cheia do Espírito Santo” mas será que Isabel já não tinha Graça e já não tinha o Espírito Santo? Sim ela tinha, a passagem apenas enfatiza o agir que Deus tinha realizado em Maria tendo por base Lucas 1:30 onde diz que Maria já tinha Graça e Graça dada por Deus sem contudo negar o agir de Deus em Isabel. Considerando o verbo χαριτόω com o seu significado de acordo com o dicionário padrão BDAG e a palavra χάρις que é como você bem escreveu significa graça eu entendo que devemos ver como a Graça de Deus agiu em Maria até porque todos os crentes são de alguma forma cheios de graça i.e. agraciados. Uma passagem que fala sobre Estevão estar cheio do Espírito Santo está em Atos 7:55 e em Atos 6:8 fala que ele “ fazia prodígios e grande sinais” em Atos 15:12 mostra Paulo e Barnabé realizando “grande sinais e prodígios” e em Atos 11:22-24 fala que Barnabé era “ cheio do Espírito Santo” então a questão é como o Espírito Santo e a Graça agem nos crentes. Em Atos 7:55 a Bíblia menciona a Santíssima Trindade e Estevão perto de sua morte viu no céu o Pai e o Filho e no caso de Maria teve a ação direta nela da Santísima Trindade de uma forma toda especial e uma outra questão interessante é que Estevão estava no momento de sua morte e Maria estava para ter Jesus ou seja a vida de Jesus estava começando. Essa questão do contraste entre a morte e a vida parece indicar uma diferenciação de ação entre Maria e Estevão. Em relação ao argumento que a expressão “ cheia de graça” preencheria ela por completo e não apenas isso mas poderia indicar um processo em que Maria foi criada em uma condição imaculada e permanece assim até hoje e sempre é que é a questão do debate então a palavra “ agraciada” também poderia indicar isso pois se ela foi agraciada logo recebeu Graça de Deus e tal graça agiria nela fazendo ela ficar Cheia de Graça. Porém pode-se pensar que tanto a expressão “ cheia de graça “ como a palavra “agraciada” não conferem à Maria um estado imaculado mas sim uma missão de ser mãe de Jesus o que não deixa de ser algo extraordinário. Resta saber como essa Graça agiu em Maria . Pelo que eu entendi ela já tinha Graça conforme Lucas 1:30 e apenas recebeu a mensagem do anjo. Muito interessante e pertinente o seu comentário Gustavo sobre a questão verbal pois estando verbo no particípio passivo perfeito e sendo o perfeito um tipo de passado o termo então indica que naquele momento Maria tinha sido altamente favorecida por Deus pois Deus a agraciou ficando ela assim Cheia de Graça e então conclui-se que realmente ela foi agraciada em algum momento. Em Lucas 1:30 diz que antes de Maria ter Jesus dentro dela enquanto corpo físico Deus tinha achado graça nela então Maria já tinha Graça será que essa Graça que foi achada em Maria foi diferente da Graça que Deus agraciou ela? Considerando que o perfeito tem o foco no resultado devemos analisar como esse resultado agiu em Maria ou seja Deus como causa da Graça quis que Maria participasse do santo evento e então o resultado do agir de Deus teve como resultado Maria ter sido a mãe de Jesus e para Maria ter sido a mãe de Jesus tem uma outra questão: O santo evento é que construiu a Graça em Maria ou Maria já tendo a Graça como base essa base serviu como estrutura para o santo evento? A resposta está em Lucas 1:30. A questão de entender que essa questão de Maria ser considerada Imaculada remeter a algo atemporal pois Maria foi criado por Deus na esfera material se ela "foi santa e será durante todo o sempre, toda pura, toda imaculada" ela é ou seria depois de criada. Em relação ao tempo gnômico e o exemplo de Romanos 7:2 a sua explicação está excelente porém assim como você muito bem escreveu que a expressão “Deus ama” é eterna eu entendo que a Graça no crente também é eterna. Pelo que eu entendi em Romanos 7:2 está se usando um perfeito gnômico e não um presente gnômico então seria algo temporário e em Lucas também foi usado um perfeito gnômico então tanto a questão de Deus amar o ser humano é tão eterna quanto a Graça de Deus estar no ser humano. Eu não entendi muito bem a diferença entre ser contínuo e distributivo, visto que se a Graça é distribuída por Deus aos crentes isso não implicaria dizer que ela não é uma ação contínua na vida do crente. Considerando que o perfeito pode enfatizar os resultados então podemos concluir que tal resultado é a graça dada por Deus em um momento passado e considerando o estado presente naquele momento ou seja que Maria estava agraciada isso foi resultado de um ato passado i.e. da graça dada por Deus antes a Maria e que tendo como base tal graça conseguiu ter Jesus enquanto corpo dentro dela. Maria tinha Graça naquele momento pois tal Graça foi que sustentou o santo evento. Se o estado presente naquele momento era a graça e considerando que Maria sempre teve graça a questão é como essa graça agiu nela. O perfeito pode indicar uma ação completa de um ato passado então a graça de Deus foi posta de maneira completa em Maria. Maria ainda não estava com Jesus dentro dela e a graça foi para sustentar isso então concluimos que quando Maria ouviu do anjo aquela mensagem ela já estava com a Graça e tal graça deveria permanecer nela para ela ter Jesus como corpo dentro dela pois não teria sentido Maria no momento que recebeu a mensagem do anjo ter a graça e antes não. Bom de qualquer maneira para ela ter sido agraciada ela recebeu uma graça. Considerando que o palavra estaria enfatizando o fim de uma ação que no caso seria receber a graça, Deus decidiu em algum momento colocar graça em Maria e na sequência em um outro momento Deus concluiria tal ação e aí a graça teria sido posta em Maria e portanto ele estaria com a graça porém fica uma pergunta: quando foi esse momento? Maria ao ouvir a palavra do anjo já estava com a graça a menos que a graça que ela recebeu foi uma graça especifica naquele momento e então ela tinha uma graça anterior que foi retirada e foi colocada essa graça ou então ela não tinha graça. Maria assim como os demais crentes como membros do Corpo de Cristo sempre será santa assim como sempre será cheia do Espírito Santo a questão é como a graça agiu nela e age nos demais crentes e junto com a graça a ação do Espírito Santo. O anjo enfatizou o estado de Maria naquele momento por que ela recebeu a Graça de Deus ou seja ficou cheia de graça porque foi agraciada. A questão então é atrelar tal santidade com um estado imaculado i.e. sem pecado. Um grande abraço e felicidades Luiz]]></description>
			<dc:creator>Luiz</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 19 Sep 2015 16:37:28 +0000</pubDate>
			<guid>http://e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/maria-cheia-de-graca.html#comment-22</guid>
		</item>
	</channel>
</rss>
